Manaus (AM) – Amarilda Cruz, de 24 anos, representa mães que retomam os estudos como forma de resgatar sua identidade e garantir um futuro melhor. Após interromper a faculdade por causa da maternidade, ela se reorganizou, estudou durante os cochilos da filha e conquistou vaga na UFAM.
Assim como ela, Eliane Garcia, de 43 anos, concluiu uma graduação em Logística enfrentando julgamentos e sobrecarga. Mayara Sena, mãe de dois, encontrou na saúde sua vocação após superar barreiras emocionais e estruturais com apoio da família. Edilanea Souza, de 43 anos, também concilia maternidade, trabalho e uma nova graduação em Direito, enfrentando dúvidas internas com fé e determinação.
Essas histórias mostram que, para muitas mães, estudar é um ato de resistência, transformação e amor — por elas mesmas e por seus filhos.
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