Manaus (AM) – Mesmo com o Amazonas afundado na pior crise educacional da década, coroado com o último lugar no Enem 2025, a Secretaria de Educação do Estado (Seduc-AM) parece ter trocado o quadro negro pelo tapete vermelho. Entre 2024 e 2025, mais de R$ 8,4 milhões foram parar nos cofres de duas empresas para bancar eventos esportivos e materiais personalizados. Uma delas, a BC Sobrinho Produções e Eventos Ltda, e a outra, a E. B. Rangel Turismo Ltda, uma microempresa que opera discretamente em uma sala na Vila da Prata, em Manaus. Enquanto isso, o ensino público amarga resultados vergonhosos, e a pompa dos contratos continua desfilando impune sob os holofotes do Portal da Transparência.
LEIA MAIS:





