A União confirmou a abertura de um inquérito para apurar as circunstâncias da morte.
Em publicação na rede social X, o senador afirmou que, diante das informações já divulgadas nas investigações, incluindo mensagens que indicariam ameaças contra jornalistas e autoridades, nenhuma hipótese deve ser descartada neste momento.
“Diante das informações já reveladas nas investigações, inclusive mensagens que apontam ameaças contra jornalistas e autoridades, não se pode descartar nenhuma hipótese neste momento, nem mesmo a possibilidade de que estejamos diante de uma eventual queima de arquivo”, escreveu.

Para Viana, a morte de um investigado que estava sob custódia do Estado e que teria informações relevantes sobre um dos maiores escândalos financeiros e políticos recentes do país levanta questionamentos graves.
Segundo o senador, o fato de o investigado ter morrido dentro de uma instalação pública sem esclarecimentos imediatos exige uma apuração detalhada.
“A sociedade brasileira precisa saber exatamente o que aconteceu dentro de uma unidade da Polícia Federal. Por isso, exigimos uma investigação rigorosa, transparente e acompanhada de perto pelas autoridades competentes, para que toda a verdade venha à tona”, declarou.
O caso segue sob investigação das autoridades federais, que devem analisar as circunstâncias da morte e eventuais responsabilidades.