A disputa ganhou força após a renúncia do então governador Wilson Lima e de seu vice, Tadeu de Souza, o que levou à necessidade de escolha de um governador “tampão” — responsável por administrar o estado até a posse do eleito nas eleições regulares de outubro.
Favoritismo e articulações políticas
O principal nome na corrida é o atual presidente da ALE-AM, Roberto Cidade (União Brasil), que já ocupa interinamente o cargo de governador. Ele tem como candidato a vice o ex-prefeito de Manaus e ex-secretário estadual Serafim Corrêa (PSB).
A chapa de Cidade é considerada favorita, impulsionada por um amplo apoio entre os parlamentares da Casa, o que pode garantir vantagem significativa na votação.
Outras chapas na disputa
Apesar do favoritismo, outras quatro chapas foram registradas e participam da eleição, ampliando o cenário político da disputa:
- William Santos (PSDB) e João Ricardo Lima (PL)
- Cícero Alencar (DC) e Roque Lane Wilkens (DC)
- Sérgio Augusto Bezerra (Novo) e Audricléa Frota (Novo)
- Daniel Fabiano de Araújo (PT) e Daiane de Jesus Araújo (PT)
A inscrição das candidaturas foi aprovada pela Mesa Diretora da ALE-AM na última segunda-feira, consolidando oficialmente as cinco chapas aptas a concorrer.
Contexto e importância da eleição
A eleição indireta ocorre em um momento de transição política no Amazonas, sendo fundamental para garantir a continuidade administrativa do estado até o próximo ciclo eleitoral. O governador escolhido terá a missão de manter a estabilidade institucional e conduzir a máquina pública em um período considerado estratégico.
O resultado da votação deve ser conhecido ainda nesta segunda-feira, após deliberação dos deputados estaduais em sessão plenária.