Manaus, 14 de outubro de 2026
×
Manaus, 14 de outubro de 2026

Cidades

Travessia de balsa na BR-319 é interrompida após entrada de água em embarcação

Serviço no Rio Igapó-Açu, no Amazonas, foi suspenso nesta quarta-feira (14); esta é a segunda paralisação nesta semana.

Travessia de balsa no Rio Igapó-Açu, na BR-319, foi interrompida nesta quarta-feira (14) após entrada de água em uma das embarcações. Esta é a segunda paralisação do serviço nesta semana (Foto: Redes socias)

Manaus (AM) – A travessia de balsa sobre o Rio Igapó-Açu, no quilômetro 260 da BR-319, no Amazonas, foi totalmente interrompida na manhã desta quarta-feira (14), após a empresa responsável identificar a entrada de água na lateral de uma das embarcações.

O trecho fica no chamado “trecho do meio” da BR-319 e é utilizado por motoristas que trafegam entre Manaus e outras regiões do Amazonas. A paralisação afetou a passagem de caminhões e carretas pelo local.

Imagens registradas nesta quarta-feira mostram veículos parcialmente submersos na área de embarque da balsa. Trabalhadores também aparecem retirando cargas e mercadorias dos veículos, enquanto tratores auxiliam na movimentação às margens do rio.

Empresa suspende operação para manutenção

Em comunicado divulgado às 5h19 desta quarta-feira, a Amazônia Navegações Ltda., responsável pelo serviço, informou que identificou uma nova entrada de água na lateral de uma das balsas.

Por causa do problema, a operação foi interrompida para que a embarcação passasse por avaliação e manutenção.

A empresa informou ainda que, naquele momento, não havia filas significativas no local e orientou os motoristas a aguardarem novos boletins antes de seguirem viagem.

Até a última atualização, a empresa e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) não haviam informado uma previsão para a retomada completa da travessia.

Segunda paralisação nesta semana

Esta é a segunda vez que o serviço é interrompido em apenas três dias. Na segunda-feira (12), a travessia no Rio Igapó-Açu ficou suspensa por aproximadamente quatro horas.

Na ocasião, moradores relataram dificuldades provocadas pela seca do rio, que teria exigido manutenção e o uso de máquinas para permitir a retomada da operação.

O superintendente do DNIT no Amazonas, Orlando Faria, informou à Rede Amazônica que a situação havia sido solucionada e que a operação voltara ao normal. Segundo ele, a entrada de água ocorreu em um dos porões da embarcação.

LEIA MAIS: