Linha de montagem na Yamaha: retomada da produção (Foto: Abraciclo/Yamaha/Divulgação)
Manaus (AM) – O Polo Industrial de Manaus (PIM) registrou faturamento de R$ 165,12 bilhões entre janeiro e agosto de 2026, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (14) pela Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa). O resultado representa crescimento de 10,47% em relação aos R$ 149,47 bilhões registrados no mesmo período de 2025.
O mercado de trabalho também apresentou crescimento. A média mensal de trabalhadores do PIM nos oito primeiros meses do ano foi de 132.052 pessoas. Em agosto, o número de empregados efetivos, temporários e terceirizados chegou a 135.080, alta de 1,87% em relação a julho e de 2,56% na comparação com agosto de 2025.
As exportações do polo alcançaram US$ 539,99 milhões até agosto, crescimento de 31,26% em relação aos US$ 411,36 milhões registrados no mesmo período do ano passado.
Informática e duas rodas lideram faturamento
Entre os principais segmentos do PIM, Bens de Informática respondeu por 21,82% do faturamento acumulado no ano. Na sequência aparecem Duas Rodas, com 19,85%, e Eletroeletrônico, com 15,22%.
Também tiveram participação relevante os setores Químico, com 10,84%; Termoplástico, com 10,7%; Metalúrgico, com 8,84%; e Mecânico, com 6,83%.
Entre os segmentos que mais cresceram no faturamento, Bebidas apresentou alta de 37,41% em relação ao mesmo período de 2025. O setor Termoplástico avançou 32,46%, enquanto Bens de Informática teve crescimento de 15,11%.
Produção de motocicletas supera 1,5 milhão
A fabricação de motocicletas, motonetas e ciclomotores chegou a 1.579.359 unidades entre janeiro e agosto, aumento de 10,78% em comparação com o mesmo período do ano passado.
No mesmo período, foram produzidos 7.988.490 telefones celulares, alta de 9,22%. A produção de microcomputadores desktop alcançou 8.706 unidades, crescimento de 57,52%.
Já a fabricação de fornos micro-ondas chegou a 3.694.753 unidades, avanço de 16,79%. Para o superintendente da Suframa, Leopoldo Montenegro, os números reforçam a relevância da Zona Franca de Manaus para a economia brasileira.
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