Manaus, 7 de julho de 2026
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Cenário

Ação do Ibama em área agrícola de Apuí provoca críticas

Operação ambiental deixou famílias sem renda e gerou críticas de políticos do AM.

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(Foto: Reprodução/Redes Sociais/ Instagram @Capitaoalbertoneto)

Apuí (AM) –Um vídeo que circula nas redes sociais tem causado grande repercussão em Apuí, no interior do Amazonas. As imagens mostram uma abordagem considerada agressiva por moradores e autoridades locais durante uma operação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) de combate a crimes ambientais na região.

O caso mobilizou representantes políticos do Amazonas. O deputado federal Capitão Alberto Neto (PL-AM) manifestou repúdio à condução da operação em suas redes sociais.

“Nosso povo trabalhador, que coloca a comida na mesa e gira a economia do estado, está sendo tratado como criminoso. Ser do agro no Amazonas é um desafio diário e ao invés de apoio, o que recebem é perseguição e humilhação. Chega de criminalizar quem trabalha! Nosso povo merece respeito e não repreensão”, declarou o parlamentar.

O vereador de Manaus, Capitão Carpê (PL), manifestou solidariedade à população de Apuí e criticou duramente a atuação do Ibama, apontando que as ações do órgão ambiental, voltadas à fiscalização de licenças, estariam comprometendo o sustento de comunidades inteiras.

“É triste ver que as políticas ambientais continuem massacrando o povo amazonense. As cenas que chegam de Apuí são revoltantes, o Ibama chega em uma área de agricultura e destrói o sustento de um povo inteiro por questão de licenças ambientais. Cadê a humanidade? Como essas pessoas vão se sustentar a partir de agora?!”, afirmou o vereador em tom de indignação.

O Portal AM1 entrou em contato com o superintendente do Ibama no Amazonas, Joel Araújo, para solicitar uma nota oficial sobre o ocorrido. Por meio de mensagem, ele afirmou que o tema é “bastante delicado” e solicitou que a demanda fosse encaminhada por e-mail. Até o fechamento desta matéria, a reportagem não obteve resposta oficial do órgão. O espaço segue aberto para futuros esclarecimentos.

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