O acidente aconteceu instantes após a decolagem, segundo informações preliminares. Inicialmente socorrido com vida, Ulysses apresentava traumatismo craniano severo e foi encaminhado ao Hospital e Pronto-Socorro João Lúcio, mas não resistiu.
Familiares informaram a imprensa que Ulysses estava na fase final do curso de pilotagem, cumprindo horas complementares, e já possuía experiência de voo. Apesar da paixão pela aviação, ele pilotava por lazer e não pretendia seguir carreira profissional.
Descrito como alegre e aventureiro, o jovem também praticava trilhas off-road e integrava o grupo DMK Trilha Club, que lamentou a morte nas redes sociais.
A outra vítima foi o instrutor de voo Fernando Lúcio Moreira dos Santos, que morreu ainda no local da queda. Ele atuava como piloto e instrutor no Aeroclube do Amazonas.
A aeronave envolvida é um Cessna 152, de matrícula PR-TSM, modelo utilizado com frequência em treinamentos de pilotagem. O avião pertence ao Aeroclube do Amazonas e era empregado em atividades de formação no momento do acidente.
O monomotor foi encontrado capotado em uma área de vegetação dentro do aeroclube, com a parte frontal e o motor completamente destruídos devido à força do impacto.
Equipes do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas foram acionadas para atender a ocorrência, realizando o resgate das vítimas e o controle da área.
Ulysses era natural de Manaus e estava em processo de formação para se tornar piloto. Amigos o descrevem como uma pessoa alegre, aventureira e apaixonada por desafios. Praticante de jiu-jitsu e amante de trilhas, ele realizava o sonho de seguir carreira na aviação.
As causas do acidente ainda não foram esclarecidas. Órgãos responsáveis pela aviação civil devem conduzir a investigação para apurar as circunstâncias da queda.