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AM é o maior produtor de matrinxã do país, com 55,3% da produção total

Os dados são da Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM) 2020, divulgada nesta quarta-feira (29), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)
Dar redação – AM1*
• Publicado em 29 de setembro de 2021 – 18:45
Fotos: Divulgação/Sepror

Manaus, AM – O Amazonas é o maior produtor de matrinxã do país, com 55,3% de participação no total da produção do Brasil; em 2019, eram 60,9% de participação. A produção de pirarucu, por sua vez, é a quarta maior, com 7,6% de participação no total. Já a produção de tambaqui no Amazonas é a 5ª maior, entre as unidades da federação, com 6,2% de participação no total produzido no país.

Os dados são da Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM) 2020, divulgada nesta quarta-feira (29), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Destaques:

·        Em 2020, dentre os 10 maiores municípios produtores nacionais de matrinxã, cinco eram municípios amazonenses: Rio preto da Eva, Manacapuru, Manaus, Presidente Figueiredo e Iranduba;

·        No Amazonas, houve diminuição no rebanho bovino e também houve queda no efetivo de bubalinos ou búfalos, e também de suínos. Já o número de galináceos cresceu de 2019 para 2020, no Estado;

·        Quanto ao efetivo de búfalos, mesmo com a queda no rebanho, de 2019 para 2020, o Amazonas se destaca como a 5ª Unidade da Federação com maior número de cabeças (86.864), o que representa 5,8% do total nacional.

·        Manaus é o 9º maior município do país na produção de galinhas, com 2,4 milhões de cabeças;

·        No Amazonas, também houve pequena queda na produção de leite e de ovos, de 2019 para 2020.

Altas e quedas na produção

A produção de curimatã caiu significativamente (-69,3%), de 2019 para 2020, no Amazonas, mas, em contrapartida, a produção de peixes muito importantes no Estado, como o matrinxã (10,0%) e o tambaqui (3,2%), além dos alevinos (24,5%), cresceu, em 2020. 

Em 2020, a aquicultura do Estado do Amazonas produziu 8,4 mil toneladas de peixes, cerca de R$ 80,7 milhões. As unidades da federação com maior produção aquícola foram: Paraná (140,2 mil toneladas), São Paulo (55 mil toneladas) e Rondônia (48,3 mil toneladas); e aquelas com menor produção aquícola foram: Amapá (906 toneladas), Rio de Janeiro (1,2 mil toneladas) e Sergipe (1,4 mil toneladas). Com o valor de 8,4 mil toneladas, a produção aquícola de peixes amazonense colocou o Estado na 18ª posição do ranking entre as 27 unidades da federação.

A produção aquícola de peixes (piscicultura) do Amazonas consistiu na produção de Curimatã ou Curimbatá: 9,9 toneladas, no valor de R$ 138 mil; Matrinxã: 2 mil toneladas, no valor de R$ 20 milhões; Piau, Piapara, Piauçu e Piava: 11 toneladas, no valor de R$ 226 mil; Pirapitinga: 23 toneladas, no valor de R$ 300 mil; Pirarucu: 144 toneladas, no valor de R$ 1,5 milhão; Tambaqui: 6,2 mil toneladas, no valor de R$ 58,7 milhões; Alevinos (Formas Reprodutivas): 32,3 milhões de unidades, no valor de R$ 4,7 milhões.

Assim, os peixes que mais contribuíram para piscicultura amazonense foram o matrinxã e o tambaqui. O Amazonas possui a maior produção de matrinxã entre as 27 unidades da federação. Em relação à produção de tambaqui, o Estado ocupou a 5ª posição, atrás de Rondônia (39,7 toneladas), Maranhão (11,6 toneladas), Roraima (11,2 toneladas) e Pará (8,4 toneladas).

Dentre os 10 maiores municípios produtores nacionais de matrinxã, cinco, são municípios amazonenses: Rio preto da Eva (1ª posição, com 800 toneladas), Manacapuru (2ª posição, com 375 toneladas), Manaus (4ª posição, com 315 toneladas), Presidente Figueiredo (7ª posição, com 91 toneladas) e Iranduba (9ª posição, com 65 toneladas). Em relação aos municípios produtores de tambaqui, Rio Preto da Eva (1.000 toneladas) e Iranduba (995 toneladas) estão entre os 20 municípios com as maiores produção do Brasil.

Com 144 toneladas em 2020, ou 7,6% da produção total do país, a produção aquícola amazonense de pirarucu colocou o Estado na quarta colocação entre os maiores produtores, atrás de Rondônia (980 toneladas), Pará (295 toneladas) e Tocantins (202 toneladas). 

Em relação aos municípios produtores de pirarucu, Coari (50 toneladas) e Codajás (35 toneladas) estão entre os 20 municípios com as maiores produção do Brasil.

Quanto à produção de tambaqui, os municípios de Rio Preto da Eva e de Iranduba estão entre os 20 municípios do país na produção, com 1000 e 995 toneladas, respectivamente, e 1,0% do total da produção do país, cada um.

(*) Com informações da assessoria

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