Manaus, 28 de fevereiro de 2024
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Manaus, 28 de fevereiro de 2024

Economia

Amazonas criou 1.563 postos de trabalho em fevereiro, diz Caged

O maior salário médio de admissão foi registrado no Amazonas: R$ 1.796,16, segundo o Novo Caged

Amazonas criou 1.563 postos de trabalho em fevereiro, diz Caged

Em fevereiro, Manaus registrou a contratação formal de 16.900 trabalhadores (Foto: Semcom/Divulgação)

Manaus (AM) – Em fevereiro, o saldo de empregos formais no Amazonas foi de 1.563 postos de trabalho, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados nesta quarta-feira (28). O número é resultante de 18.231 admissões e 16.668 desligamentos, uma variação relativa de 0,33%.

De acordo com o Novo Caged, o acumulado do ano o saldo é de 1.211 empregos, com 38.011 admitidos e 36.800 demitidos, uma variação de 0,26%. De março de 2022 a fevereiro de 2023, o saldo foi de 30.437 postos (243.344 admissões versus 212.907 demissões), uma variação relativa de 6,84%.

Na capital amazonense, fevereiro registrou a contratação formal de 16.900 trabalhadores e um total de 15.282 demitidos, gerando um saldo de 1.618 vagas criadas, uma variação de 0,37%. A capital é seguida, de muito longe, por Manacapuru (120 postos), Iranduba (57 vagas) e Rio Preto da Eva (29 contratos formalizados). Presidente Figueiredo tem o número recorde de saldo negativo: – 164, resultante de 252 demissões frente a 88 admissões.

O salário médio de admissão no estado, segundo o Novo Caged, foi de R$ 1.796,16, o maior da região Norte, seguido por R$ 1.753,60 no Pará e R$ 1.713,00 no Tocantins.

No Brasil

O saldo de emprego formal no país, em fevereiro, foi de 241.785 postos de trabalho, resultante de 1.949.844 admissões e 1.708.059 desligamentos no mês. Do total de postos de trabalho gerados no recorte de tempo do Novo Caged, 164.443 podem ser considerados típicos e 77.342 não típicos. 

Saldo positivo para mulheres

O saldo do mês foi mais positivo para mulheres, com geração de 125.311 postos para o grupo feminino, enquanto para os homens a geração foi de 116.474 postos em fevereiro. Foi identificado também a saldo positivo de 261 postos de trabalho a população com alguma deficiência. 

A geração de emprego nesse mês foi positiva em todas as 27 unidades da federação e em quatro dos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas do país. 

No acumulado do ano, o saldo alcançou 326.356 postos de trabalho, sendo a geração de emprego positiva em 26 das 27 Unidades da Federação e em quatro dos cinco grandes grupamentos econômicos. 

Com isso, o estoque total recuperado para o Caged em fevereiro foi de 42.770.781 postos de trabalho formais no mês, sendo 4.557.788 considerados postos de trabalho não típicos. 

Dados Setoriais

O maior crescimento do emprego formal ocorreu no setor de Serviços, com um saldo de 164.200 postos, com destaque para a administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, que teve um saldo de 90.381postos no mês. 

O segundo maior gerador de postos de trabalho foi a indústria, com saldo de 40.380 postos formais, seguido da construção civil (22.246) e agropecuária, com saldo de 16.284 postos. 

O setor do comércio foi o único com resultado negativo no mês, perda de 1.325 postos. Os maiores impactos foram ao comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios (-5.559), de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios – principalmente supermercados – com perda de 2.513 postos. 

Entre os estados, o maior saldo ocorreu em São Paulo, com geração de 65.356 postos (+0,50%), com destaque para o setor de serviços (+48.957). Em seguida vieram Minas Gerais, com geração de 26.983 postos (+0,60%) e o Paraná, com 24.081 novos postos (+0,82%). No Amapá, com 139 postos (+0,18%) e Alagoas, com 160 postos (+0,04%), foram onde ocorreram as menores gerações de postos no mês.

(*) Com informações do Ministério do Trabalho e Emprego

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