Criança que sonhava ser policial morre após cair de embarcação
21 de outubro de 2020
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Criança que sonhava ser policial morre após cair de embarcação

Mesmo com os pais separados, Marcos Vinícius Viera Cascas, 8, era uma criança obediente, amável e dedicada aos estudos

Criança que sonhava ser policial morre após cair de embarcação
Marcos Vinícius tinha sonho de ser policial (Foto: Divulgação)

Marcos Vinícius Vieira Cascas, 8, foi encontrado morto na manhã de domingo (13), por volta das 5h, boiando no rio em estado avançado de decomposição, próximo ao município do Careiro da Várzea, distante 25 quilômetros de Manaus. A criança estava desaparecida desde às 18h30 de sexta-feira (11), após cair de um barco pesqueiro.

Ao Portal AM1, Rosineide Pereira, 52, disse que o neto saiu de casa pela primeira vez para pescar com o pai, em uma embarcação que partiu do porto de Manacapuru, com aproximadamente, dez pessoas. Marcos Vinícius, que sonhava ser policial, teria caído no rio ao puxar um balde com água para lavar pratos.

“O meu neto era filho de pais separados e morava com a mãe em Manaus. Mesmo com essa separação, Marcos Vinícius era muito apegado com o pai e recebeu permissão da mãe para ir nessa pescaria. Foi uma fatalidade o que aconteceu. Infelizmente, ninguém foi quando o meu neto caiu no rio e, só foi percebido, quando umas das pessoas viu apenas o balde com a corda”, disse a avó materna.

Após o desparecimento, o pai retornou ao possível ponto para fazer buscas, mas sem êxito devido a escuridão. As buscas iniciaram no dia seguinte pela região com ajuda de ribeirinhos e tripulação. O corpo foi encontrado no segundo dia de buscas por um pescador quando averiguava uma malhadeira em uma paraná do rio Careiro.

O corpo da criança deu entrada na manhã de domingo (13) no IML (Foto: Josemar Antunes/AM1)

A criança foi resgata com o rosto deformado pela ação dos peixes. O corpo foi levado para o Porto do Ceasa, no bairro Mauazinho, na zona Leste, onde seguiu para o Instituto Médico Legal (IML). Os familiares fizeram o reconhecimento e lamentaram a morte.

Rosineide finalizou que o neto era uma criança alegre, obediente, amável e que sonhava ser policial para defender a sociedade da criminalidade. O pai e a mãe também estiveram no IML, mas preferiram não conceder entrevistas.

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