Professores entram em greve por tempo indeterminado (Foto: Reprodução/Facebook)
Professores de Manaus entraram em greve, oficialmente, nesta quinta-feira, 22, depois de fazerem paralisações em escolas estaduais ao longo da semana. Nesta manhã, os servidores da educação estão na frente da sede do governo e cobram o governador Amazonino Mendes (PDT). A estimativa é que pelo menos 6 mil pessoas estejam no local.

Professores entram em greve por tempo indeterminado (Foto: Reprodução/Facebook)
De acordo com a coordenadora do Sindicato dos Professores e Pedagogos de Manaus (Asprom Sindical), Helma Sampaio, o governador é o culpado pela greve dos professores. “Não queríamos greve. Nós temos responsabilidade com nossos alunos, mas o governador se mostrou insensato neste momento, sem querer conversar com os professores de base”, afirmou.
Helma afirmou se a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) quiser cobrar as faltas dos professores, o sindicato vai negociar com o governo, pois a greve é legítima.
Os professores reivindicam o reajuste salarial de 35%, de março de 2014 a março de 2018. Além disso, outros pontos são reivindicados, a progressão vertical e horizontal, plano de saúde, reajuste do auxílio alimentação, entre outros.
Ontem, a Secretaria de Educação afirmou, em nota, que a paralisação é ilegal. A pasta afirma que tem mantido o diálogo com os servidores da educação por meio do Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Amazonas (Sinteam) e que já foram anunciadas melhorias aos servidores.
A proposta do governo amazonense é de um aumento de 4,57%, valor que respeita o limite prudencial nos gastos do estado.

Professores fecham Avenida Brasil (Foto: Reprodução/Twitter/Manaustrans)
A paralisação também ocorre em municípios do interior do Estado.

Mobilização dos professores em Urucurituba (Foto: Reprodução/Facebook)





