Prefeito de Urucurituba vai gastar R$ 2,3 milhões com merenda escolar

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6 de julho de 2020
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Prefeito de Urucurituba vai gastar R$ 2,3 milhões com merenda escolar

O prefeito da cidade de Urucurituba, interior do Amazonas, José Claudenor de Castro Pontes (PT) contratou por R$ 2.324.761,83 milhões quatro empresas para a aquisição de gêneros alimentícios da merenda escolar no período de doze meses, sendo do dia 13 de junho deste ano até 13 de junho de 2019. Os extratos dos termos dos […]

Prefeito de Urucurituba vai gastar R$ 2,3 milhões com merenda escolar
(Foto: Reprodução)

O prefeito da cidade de Urucurituba, interior do Amazonas, José Claudenor de Castro Pontes (PT) contratou por R$ 2.324.761,83 milhões quatro empresas para a aquisição de gêneros alimentícios da merenda escolar no período de doze meses, sendo do dia 13 de junho deste ano até 13 de junho de 2019. Os extratos dos termos dos contratos foram publicados no Diário Oficial dos Municípios desta segunda-feira, 2.

Os contratos terão vigência até junho do próximo ano. (Foto: Reprodução)

A  duas primeiras publicações tratam da contratação da empresa ‘E. de. Am. Damasceno Eireliepp’, com inscrição no CNPJ sob o número 15.811.644/0001-37. A empresa fechou dois contratos com a prefeitura da cidade para o fornecimento de gêneros alimentícios no valor de R$ 902.356,83 mil e R$  334.546,00 mil, totalizando R$ 1.236.902,83 milhão.

O terceiro contrato foi firmado com a empresa ‘O. Fontenelle da Silva – ME, no valor de R$ 598.209,00 mil e o quarto no total de R$ 489.650, 00 mil com ‘Eliene do Nascimento Pereira’. Os quatro contratos foram assinados no dia 13 de junho pelo prefeito da cidade.

Falta de merenda

Em fevereiro deste ano, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam) afirmou que mesmo com o início das aulas, a merenda escolar não havia chegado em sete municípios, entre eles, Urucurituba. Os outros municípios eram Fonte Boa, Nova Olinda, Manaquiri, Humaitá, Lábrea e Eirunepé.

Na ocasião, o Sindicato disse ainda que em algumas escolas os alunos foram liberados mais cedo e em outras, gestores, pais e professores acabavam comprando o lanche com recursos próprios para que o calendário escolar não ficasse atrasado e os alunos não fossem prejudicados.

 

 

Amazonas1 TV

Publicado por Amazonas1

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