Manaus, 6 de julho de 2026
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Manaus, 6 de julho de 2026

Cenário

Após renúncias, Roberto Cidade toma posse como governador interino do Amazonas

Decisão foi formalizada com publicação das cartas no Diário Oficial do Legislativo.

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(Foto: Divulgação/TV Aleam)

Manaus (AM) – Roberto Cidade tomou posse, neste domingo (5), como governador interino do Amazonas após a renúncia de Wilson Lima (UB) e Tadeu de Souza (PP).

A cerimônia ocorreu após a entrega das cartas de renúncia ao Legislativo estadual por Wilson Lima e Tadeu de Souza, então governador e vice-governador, respectivamente. Os documentos foram publicados no Diário Oficial do Legislativo, oficializando a mudança no comando do Executivo. Com isso, Roberto Cidade assumiu o cargo de governador interino do Amazonas.

Antes da renúncia, tanto Wilson Lima quanto Tadeu de Souza mantinham discursos de “preservar” a estabilidade institucional do governo estadual. No entanto, a decisão ocorreu nas últimas horas da janela partidária, conforme o calendário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Com a mudança, o Amazonas passa a ter um novo chefe do Executivo de forma interina. Como 2026 é ano de eleições gerais, será necessária a realização de uma eleição indireta para definir quem ocupará o restante do mandato, considerado “tampão”.

Assembleia Legislativa

Com a posse de Roberto Cidade no governo, o deputado estadual Adjuto Afonso assume a presidência da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam).

A Constituição estadual estabelece que a Aleam tem prazo de até 30 dias para realizar a eleição indireta que escolherá o novo governador e o vice-governador para completar o mandato. Até lá, Roberto Cidade permanece no cargo.

Nos bastidores, ganha força o nome do deputado estadual Ednailson Rozenha (PSD), apontado como possível candidato articulado pelo senador Omar Aziz, que é pré-candidato ao Governo do Amazonas nas eleições diretas deste ano.

Marcelo afirmou que participará do processo, mesmo diante do que classificou como um cenário de “cartas marcadas”, posicionando-se como voz de oposição na disputa interna da Aleam.

 

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