(Foto: Divulgação)
Manaus (AM) – O falecimento do compositor amazonense Paulo Juvêncio de Melo Israel, conhecido como Paulo Onça nessa segunda-feira (26), gerou comoção e homenagens no meio artístico e político.
Paulo Onça morreu aos 63 anos. O sambista estava internado desde dezembro do ano passado, após uma agressão sofrida durante um acidente de trânsito.
Nas redes sociais, Zeca Pagodinho prestou homenagem ao sambista e manifestou solidariedade aos familiares, fãs e amigos.
A Grande Rio também se pronunciou nas redes, destacando o legado artístico de Paulo Onça, que assinou sambas memoráveis para a escola.
Autoridades
O Prefeito de Manaus, David Almeida, também lamentou a perda, afirmando que Paulo Onça “foi mais do que um sambista: foi a alma do samba de Manaus”.
Ele destacou que o artista dedicou mais de 45 anos à música e à valorização da cultura local, sendo responsável por projetar Manaus no cenário nacional.
O Governo do Amazonas lamentou a morte e exaltou o legado do compositor.
“Paulo Onça deixa um legado marcante na cultura popular brasileira, especialmente nos desfiles das escolas de samba. Dono de versos que emocionaram multidões, ele assinou sambas memoráveis, entre eles o enredo da Acadêmicos da Grande Rio em homenagem à cantora Ivete Sangalo, em 2017 – uma obra que ficou registrada como um dos momentos mais celebrados do Carnaval carioca”, diz a nota do Governo.
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