Um homem atirou contra um pequeno grupo de pessoas dentro de uma igreja no subúrbio do Alabama, nos Estados Unidos, na noite da quinta-feira, 16. O atentado deixou dois mortos e uma pessoa ferida. O suspeito foi detido, conforme as autoridades policiais.
O ataque ocorreu na Saint Stephen’s Episcopal Church, em Birmingham, periferia de Vestavia Hills, conforme o capitão de polícia Shane Ware. O oficial afirmou que o chamado relatando sobre um atirador na região ocorreu por volta de 18h20.
Vestavia Hills é uma comunidade residencial a sudeste de Birmingham, uma das duas cidades mais populosas do Alabama.
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Ware disse que o suspeito foi detido e que “já não havia mais ameaça para a comunidade.” A polícia se recusou a identificar o suspeito ou as vítimas, ou fornecer mais detalhes sobre o ataque, a justificativa é de mais detalhes sejam dados nesta sexta.
A governadora do Alabama, Kay Ivey, lamentou o que ela classificou como “chocante e trágica perda de vidas na igreja”. A gestora afirmou que ficou feliz em saber que um suspeito já estava sob custódia. “Isso nunca deveria acontecer em uma igreja, em uma loja, na cidade ou em qualquer lugar.”
Massacres
O tiroteio da quinta-feira aconteceu pouco mais de um mês depois que uma pessoa foi morta e cinco ficaram feridas quando um homem abriu fogo contra paroquianos taiwaneses em uma igreja no sul da Califórnia.
Há quase sete anos, um declarado supremacista branco matou nove pessoas durante o estudo bíblico na Igreja Emanuel AME em Charleston, Carolina do Sul.
Houve vários tiroteios de alto nível nos últimos dois meses. Em 14 de maio, um ataque racista matou 10 negros em um supermercado em Búfalo, Nova York. Na semana seguinte, um atirador massacrou 19 crianças e dois adultos em uma escola primária em Uvalde, Texas.
No sábado, milhares de pessoas se reuniram nos EUA e no National Mall em Washington, D.C., para renovar os pedidos de medidas mais rígidas de controle de armas. Sobreviventes de tiroteios em massa e outros incidentes de violência armada fizeram lobby com legisladores e no Capitólio no início deste mês.





