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15 de maio de 2021
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Aumento do desmatamento na Região Norte não reflete no Amazonas, diz Sema

Segundo o Imazon, a destruição na Amazônia Legal totalizou 810 quilômetros quadrados no mês passado, um aumento de 216% em relação a março de 2020

Aumento do desmatamento na Região Norte não reflete no Amazonas, diz Sema
(Foto: Divulgação)

MANAUS, AM – O secretário de Estado do Meio Ambiente  (Sema), Eduardo Taveira, afirmou que apesar do aumento recorde do desmatamento na região Norte, anunciado pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), nesta terça-feira (20), o Amazonas conseguiu reduzir o desmatamento no primeiro trimestre de 2021.

Segundo o Imazon, a destruição na Amazônia Legal totalizou 810 quilômetros quadrados no mês passado, um aumento de 216% em relação a março de 2020. O Instituo afirma que a derrubada se concentrou sobretudo no Pará, com 35% do total, seguido por Mato Grosso (25%), Amazonas (12%), Rondônia (11%), Roraima (8%), Maranhão (6%), Acre (2%) e Tocantins (1%).

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O secretário Eduardo Taveira disse, porém que em relação ao mesmo período de 2020, o estado apresentou queda de 12% na quantidade de alertas emitidos pelo Deter, o sistema de monitoramento de desmate do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Ele afirma, ainda, que o Amazonas também apresentou queda nos alertas de desmatamento emitidos em março, mesmo diante do aumento recorde registrado na Amazônia para o mês, no recente histórico do Deter, desde 2015.

“Os dados do Inpe têm apontado uma redução no desmatamento na Região Norte nos dois primeiros meses, porém, em março foi detectado um aumento, até histórico, em toda a Amazônia. No entanto, aqui no Amazonas, viemos de três meses de redução no número desses alertas e no início de abril percebemos a prevalência dessa diminuição”, afirmou.

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Segundo o secretário, mesmo com a diminuição do desmatamento no Estado, é necessário que as operações de combate à queimada e ao desmatamento continuem no Amazonas, devido ao possível aumento que pode ocorrer nos índices por conta do retorno das atividades econômicas.

“Estamos com uma ação estruturada em campo, nessas áreas de maior pressão que são no sul do Estado, onde estão 95% dos alertas de desmatamento, para que possamos diminuir também a queimada no período de seca”, finalizou.

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