Do total desmatado, 639 mil hectares eram de vegetação primária, áreas onde a vegetação nativa permanecia preservada.
A apuração aponta a destruição de 3.721,72 hectares de floresta nativa, sem autorização do órgão ambiental competente.
Estado ficou atrás apenas do Pará em agosto e acende alerta sobre avanço da pressão ambiental na região.
Presidente participou de encontro do MTST em Taboão da Serra.
O tamanho da área sob alerta é 55,6% inferior à média dos últimos dez ciclos, ou seja, de 2015/2016 a 2025/2026.
Queda nos avisos ocorre em relação ao mesmo mês do ano passado.
Ibama aponta que vegetação nativa foi removida sem licença ambiental; proprietário foi notificado para prestar esclarecimentos.
O número de alertas também apresentou queda, passando de 772 para 423 registros, redução aproximada de 45%.
Segundo dados do Inpe, foram contabilizados 3.190 hectares desmatados ante 4.567 hectares no primeiro trimestre de 2025.