Decisão judicial tenta conter danos e garantir reparação após devastação de 3,2 mil hectares de floresta nativa.
Os indicadores de degradação florestal na Amazônia apontam recuo de 44.555 km² para 2.923 km², uma diminuição de 93%.
As determinações envolvem ações coordenadas de órgãos de controle, fiscalização ambiental e política indigenista.
Audiência que será realizada na sala de sessões da Segunda Turma, vai discutir os planos e documentos apresentados pela União.
Dados são do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia.
A decisão judicial impõe multa de R$ 7,3 milhões e estabelece 180 dias para recuperar a área degradada.
Desde setembro de 2024, o Ipaam passou a aplicar autuações de forma remota, o que acelerou a resposta às ocorrências.
Redução do desmatamento se consolida em 2025, mas ranking municipal ainda acende alerta no Amazonas.
A maioria do crédito extraordinário vai para o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).