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22 de outubro de 2020
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Réveillon no RJ não deve ter público e Carnaval deve ocorrer após vacina contra covid-19

Os festejos de ano novo não devem ter aglomeração na praia de Copacabana, já a maior festa popular do estado pode ser transferida para junho

Réveillon no RJ não deve ter público e Carnaval deve ocorrer após vacina contra covid-19
Reprodução: Divulgação

Com as incertezas que envolvem a pandemia do novo coronavírus, o Réveillon e o Carnaval — dois dos maiores eventos da cidade do Rio de Janeiro —  podem não ocorrer na época e com o público previsto. Enquanto os festejos de ano novo não devem ter aglomeração na praia de Copacabana, a maior festa popular do estado pode ser transferida para junho, segundo discussões travadas pelo governo fluminense.

Há uma discussão em pauta e um plano B e C, caso população não esteja vacinada até o fim do ano. O governo do estado está propondo um grupo de trabalho com órgãos municipais e estaduais relacionados às pastas da Cultura, Turismo, Saúde e Eventos para estudar as estratégias. Ainda não há uma decisão sobre os adiamentos dos eventos, pois será avaliada a progressão do cenário da pandemia.

Leia Mais: Coronavírus: testes de vacina chinesa no Brasil são liberados pela Anvisa

Segundo o subsecretário de Eventos da Secretaria de Cultura do Estado, Rodrigo de Castro, o grupo de trabalho que irá tratar o futuro dos grandes eventos já vem de reunindo desde o final do mês passado para discutir a possibilidade do adiamento do Carnaval de 2021.

Segundo os órgãos competentes, não há como garantir a segurança da população nos blocos de rua. As escolas de samba já falam em fazer o desfile na Sapucaí só após a chegada de uma vacina contra a covid-19.

Além dos os órgãos municipais e estaduais ligados aos eventos e turismo, também participarão órgãos de saúde e de segurança. O Ministério Público também foi convidado. Esse mesmo grupo de trabalho foi criado em 2019 para tratar as questões relacionadas aos “megablocos” do Carnaval, mas este ano terá como foco o cenário pós-pandemia.

Ano novo sem público

Sobre o Réveillon, os organizadores estão pensando em um tipo de evento híbrido, que tenha apenas parte do público previsto em relação aos anos anteriores, ou uma transmissão virtual.

A Liga das Escolas de Samba do Rio de Janeiro e a RioTur informaram que ainda é cedo para falar sobre alterações no calendários dos eventos.  Por enquanto, quadras, ateliês e barracões estão abertos apenas para a confecção de mais de cem mil máscaras para o combate ao coronavírus.

O Carnaval de 2020 atraiu 31,2% a mais de turistas no Rio, segundo a Riotur. O órgão informou que a Cidade Maravilhosa recebeu 2,1 milhões de turistas – 77% brasileiros e 23% vindos do exterior. No Carnaval de 2019, os turistas somaram 1,6 milhão.

 

(*) Com informações da CNN

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