Manaus, 24 de fevereiro de 2024
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Manaus, 24 de fevereiro de 2024

Alessandra Campêlo proibirá entrada de servidores não vacinados na Seas

Alessandra Campêlo proibirá entrada de servidores não vacinados na Seas

MANAUS, AM – A titular da Secretaria de Estado de Assistência Social (Seas), Alessandra Campêlo, baixou portaria interna, proibindo a circulação de servidores que ainda não se vacinaram contra a covid-19 nas dependências da Seas; comunicado foi feito nessa quinta-feira (5).

De acordo com o texto do documento, Alessandra justifica a decisão pelo fato de já estar liberada, em Manaus, a vacinação para pessoas a partir de 18 anos ou mais, e como forma de estabelecer medidas efetivas de combate ao vírus, todos os servidores deverão apresentar seus cartões de vacina.

Ainda de acordo com a portaria nº 005/2021, os servidores (concursados, comissionados e terceirizados) devem apresentar o cartão de imunização na Gerência de Recursos Humanos da Seas. O cartão passará a ser item obrigatório nas contratações da Secretaria.

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Os servidores que ainda não se vacinaram terão o prazo de dez (10) dias para apresentar a documentação, a contar da data da portaria, no caso, até dia 15 de agosto.

Até essa quinta-feira (15), a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) registrou 418.439 casos da doença no estado, destes, 230 novos casos foram registrados em Manaus e três óbitos registrados na quarta-feira (4).

Alessandra Campêlo disse que é mais que obrigação dos servidores da Assistência Social estarem imunizados, uma vez que atuam na linha de frente da pandemia e devem manter a segurança de todos. Ela disse, ainda, que o número de não vacinados ou imunizados é pouco dentro da Seas.

“Nós editamos a portaria por alguns motivos: o primeiro deles é porque a vacina é a forma mais eficaz e segura de salvar vidas, impede a circulação do vírus, inclusive sua mutação. O segundo motivo é porque havia a resistência de uns poucos servidores desta secretaria em tomar a 1ª dose e o terceiro e principal motivo é porque a Assistência Social é uma área essencial e nesse momento do controle da pandemia e num futuro momento em que a pandemia não existirá mais, a assistência social terá que continuar na linha do público, que está hoje em uma situação de vulnerabilidade social e com o aumento de pessoas em situação de extrema pobreza. Então, é mais que uma obrigação dos funcionários da área estarem imunizados para garantirem a segurança de todos”, disse Alessandra Campêlo.PORTARIA-05.2021-GSEASBaixar

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