Manaus (AM) – A crítica de Raiff Matos ao Bolsa Família repete o velho discurso travestido de “autonomia”, mas que ignora o óbvio: sem comida na mesa, não há liberdade alguma. Enquanto o programa garante dignidade a mais de 20 milhões de famílias, sobretudo no Norte e Nordeste, parte da elite política segue tratando a pobreza como escolha e a assistência como esmola. É a retórica fácil de quem nunca precisou escolher entre o gás e o almoço. O ataque ao Bolsa Família não é sobre eficiência — é sobre insensibilidade social. No fundo, o incômodo é ver o pobre tendo o mínimo que o Estado lhe deve.
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