Antes de retornar ao Executivo municipal, parlamentar participou da votação do PL Antifacção.
Mais de R$ 2 milhões foram empenhados antes da assinatura do contrato.
Decisão aponta irregularidades em contratação feita por inexigibilidade sem requisitos legais.
Foram 370 votos favoráveis ao texto do relator, 110 contrários e 3 abstenções.