Manaus, 7 de julho de 2026
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Manaus, 7 de julho de 2026

Cidades

Covid-19: apenas Amazonas e Maranhão apresentam queda na média móvel de óbitos

O Amazonas é um dos dois estados brasileiros a registrar queda na média móvel de mortes pelo novo coronavírus

De acordo com o balanço do consórcio de veículos de imprensa, baseado nos dados dos Estados divulgados até quarta-feira (09), além do Amazonas, o Maranhão também registrava queda na média móvel de mortes pelo novo coronavírus. Outros três estados – Rio de Janeiro, Pará e Alagoas – têm estabilidade. Os demais 21 estados e o Distrito Federal estão em alta.

O balanço do consórcio leva em conta os últimos 7 dias em relação à média registrada duas semanas atrás e aponta para uma tendência de recrudescimento da Covid-19 no Brasil.

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Conforme o balanço, o Amazonas teve queda de -48% na média móvel de óbitos. No Maranhão caiu -21%. O Paraná lidera a alta de óbitos com aumento de 69% na última semana seguido por santa Catarina (+62%) e Rio Grande do Sul (+50%).

A taxa de mortalidade por Covid-19 também reduziu no Amazonas, de 8,09%, em abril de 2020, para os atuais 2,7%. A taxa é medida pelo número de óbitos em relação à quantidade de casos. Na capital, Manaus, a taxa de letalidade é maior (4,5%), enquanto no interior a taxa é de 1,6%.

De acordo com o Boletim Diário da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS), o Amazonas tem 184.268 casos confirmados de Covid-19 e 4.972 óbitos.

Apesar dos registros de queda nos óbitos, a Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM) alerta a população para a manutenção das medidas de prevenção, como o distanciamento social, uso de máscara e a higiene frequente das mãos com água e sabão ou álcool em gel.

“Não podemos esquecer que o vírus está ativo e circulando e que estamos no período sazonal das doenças respiratórias propício à infecção por vírus, incluindo o novo coronavírus”, destaca o secretário.

Ainda segundo ele, o Estado montou um plano de contingência para o enfrentamento ao novo coronavírus no Período Sazonal da Síndrome Respiratória Aguda Grave, que vai de novembro a junho. O plano prevê o aumento do número de leitos de UTI e leitos clínicos conforme aumenta a taxa de ocupação e uma série de medidas com o objetivo de proporcionar o giro de leitos e reduzir a lotação dos prontos-socorros da capital.

Entre as medidas está ampliação da oferta de cirurgias no período noturno, horário em que os centros cirúrgicos são menos sobrecarregados.

*Com informações da assessoria