No centro da discussão está a deputada estadual Débora Menezes, que reforçou publicamente sua defesa pela instalação de uma CPI para investigar o Banco Master. Em nova manifestação no Instagram, a parlamentar reiterou o pedido de apuração ampla e afirmou não haver receio em relação às investigações.
“CPI DO BANCO MASTER JÁ!”, escreveu a deputada, ao comentar sua participação no podcast A Crítica Podcast, onde afirmou ter deixado “bem claro” seu posicionamento sobre o caso. Segundo ela, é necessário “investigar tudo”, defendendo que a transparência deve ser um princípio aplicado a todos os envolvidos.
A parlamentar também buscou reforçar a defesa do uso de patrocínio privado em projetos ligados à política, citando novamente a participação do empresário Daniel Vorcaro em iniciativas culturais. Em sua avaliação, os recursos teriam origem legítima e o empresário, à época, era “visto como um empresário sério”.
“Diferente de outros grupos, a direita não tem medo da verdade. O patrocínio para o filme do nosso Presidente foi privado e legítimo, feito com quem, na época, era tido como um empresário sério”, afirmou Débora Menezes.
A deputada também criticou o que chamou de “tentativa de criação de narrativas” contra seu campo político e afirmou que a investigação é o caminho para esclarecer os fatos. “Quem não deve, não teme. Que venha a investigação para colocar os fatos no devido lugar”, declarou.
O caso segue envolvendo diretamente o senador Flávio Bolsonaro, citado nos áudios divulgados, e tem ampliado a pressão política por esclarecimentos formais, especialmente em relação às conexões entre figuras públicas e o Banco Master.
Nos bastidores, aliados e adversários se movimentam em direções opostas: enquanto uns defendem apuração total por meio de CPI, outros veem o episódio como mais um ponto de desgaste político em meio à polarização nacional.
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