Recuo econômico no Brasil no segundo trimestre de 2020

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27 de setembro de 2020
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Recuo econômico no Brasil no segundo trimestre de 2020

Ainda que o impacto econômico do Covid-19 seja verdadeiramente preocupante, é importante lembrar que o Brasil foi o país lusófono com maior número de casos

Recuo econômico no Brasil no segundo trimestre de 2020
Foto de divulgação

A economia brasileira está vivendo dias complexos e o Índice de Atividade Econômica do Banco Central atestou isso mesmo. Venha saber qual a porcentagem desse recuo e a expectativa para a economia no País.

Recuperar a economia brasileira fazia parte dos planos e estratégias que o presidente atual – Jair Bolsonaro – sempre defendeu.
Em sua campanha, o atual líder brasileiro apontou algumas alterações para o futuro, na qual a intenção primordial era justamente conquistar uma maior fluidez financeira, que permitisse a melhoria das economias nacionais.

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Entre as variadas medidas apresentadas em sus discursos, por exemplo, se encontrava a legalização do jogo no Brasil – medida que o presidente defendeu em campanha por considerar que os impostos cobrados aos operadores de cassinos e de cassinos on-line poderia ser útil para ajudar na recuperação financeira, ao mesmo tempo que protegeria os jogadores brasileiros. Esse processo, ainda que muito aguardado, acabaria por ser travado pelas circunstâncias atuais.

A inesperada pandemia da covid-19 não apenas parou a aplicação desta e de algumas outras medidas para a melhoria financeira do Brasil, como acabou levando o país a um agravamento econômico devido às medidas de isolamento social e decorrente encerramento de vários mercados. Isso gerou, como pode conferir, quebras significativas na economia ao longo dos primeiros trimestres do ano, gerando um indicador que aponta para a recessão.

Venha conhecer os números do Banco Central, quanto ao Índice de Atividade Econômica.

As estatísticas apresentadas pelo Banco Central

Segundo os números lançados pelo Banco Central, a economia do Brasil terá recuado, no segundo trimestre de 2020, 10,94%. Esse percentual sobre o Índice de Atividade Econômica, agora difundido pelo Banco Central do país, gera intensa preocupação
Esse valor fará parte das previsões mensais do PIB brasileiro, sendo que o Produto Interno Bruto será divulgado pelo governo, de forma oficial, no começo de setembro.

Os números obtidos revelam o impacto econômico da travagem no mundo dos negócios e do trabalho no Brasil, devido à necessidade de isolamento para a contenção do coronavírus. A recessão era um dos cenários mais expectáveis dessa crise sanitária e que está se concretizando, com dois trimestres negativos para a economia do país.

No primeiro semestre, como podemos recordar, a quebra foi de 6,28%, sendo que foram sentidas, de maio a junho, algumas melhorias na economia devido à flexibilização das medidas rígidas de distanciamento que vigoravam desde março.

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Da economia à saúde, alguns dados

Ainda que o impacto econômico da covid-19 seja verdadeiramente preocupante, é importante lembrar que o Brasil foi o país lusófono com maior número de casos e de casualidades por covid-19, sendo o segundo país mais afetado de todo o mundo, após os Estados Unidos da América.

No Brasil, são mais de 3,2 milhões de infectados e mais de 105 mil mortes causadas pela doença.
Ainda que o cenário seja bem preocupante, com uma média superior a mil mortes por covid-19 por dia, a tendência continua sendo para a flexibilização das medidas, já que existe a necessidade de travar a recessão econômica.

(*) Autora Alexa Coleman

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