Manaus, 6 de julho de 2026
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Cidades

Esporotricose é tema de pesquisa da Fapeam no CBDMicro

Pesquisadora apresentou dados sobre a esporotricose em humanos e animais no Amazonas, reunindo informações antes dispersas.

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Fapeam_Estudo_Esporotricose_CBDMicro. (Foto: Ayrton Lopes/Fapeam)

Manaus (AM) – O estudo “Ecoepidemiológico sobre a esporotricose humana e animal no Amazonas” foi apresentado nesta quinta-feira (25/6) no estande da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), durante o 1º Congresso Brasileiro de Diversidade Microbiana (CBDMicro), realizado em Manaus.

A pesquisa é coordenada pela doutora Ani Beatriz Jackisch Matsuura, do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), e conta com apoio da Fapeam por meio do Programa de Apoio à Fixação de Jovens Doutores no Brasil, em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Durante o evento, a pesquisadora apresentou resultados sobre o perfil epidemiológico da esporotricose em humanos e animais no Amazonas, reunindo dados que antes estavam distribuídos em diferentes bases de informações.

“Esse foi o primeiro trabalho que conseguiu reunir dados epidemiológicos que estavam muito fragmentados. Conseguimos integrar esses registros e publicar um panorama da evolução da esporotricose desde os primeiros casos registrados no estado”, destacou.

Fungo causador da doença

O estudo também identificou a espécie do fungo causador da doença no Amazonas e analisou a presença do agente no ambiente, incluindo poeira de residências com animais infectados e locais onde animais doentes foram enterrados.

Os resultados reforçam a necessidade de medidas adequadas de controle e manejo dos animais infectados para reduzir a disseminação do fungo.

A pesquisadora destacou que o apoio da Fapeam foi essencial para a realização das análises laboratoriais e para ampliar o conhecimento sobre a doença no estado.

A participação da Fapeam no CBDMicro também apresenta pesquisas apoiadas pela Fundação nas áreas de microbiologia, biodiversidade, biotecnologia, inovação e desenvolvimento sustentável, aproximando a produção científica da sociedade.

(*) Com informações da assessoria

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