Manaus, 24 de maio de 2024
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Cenário

Esquerda realiza protesto na Ponta Negra e culpa Bolsonaro por mortes durante a Covid-19

Na areia da praia da Ponta Negra foram fixadas 16 cruzes relembrando as 14 mil mortes no Amazonas durante a pandemia da Covid-19.

Esquerda realiza protesto na Ponta Negra e culpa Bolsonaro por mortes durante a Covid-19

(Fotos: Reprodução/Redes sociais - @delegadojoaotayah)

Manaus (AM) – Às vésperas da chegada do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a Manaus, alguns manifestantes da esquerda no Amazonas realizaram um protesto relembrando as 14 mil mortes por Covid-19 no estado durante a pandemia que assolou o mundo entre 2020 e 2023. O ato aconteceu nessa quinta-feira (2), na praia da Ponta Negra, zona Oeste de Manaus.

Bolsonaro está em Manaus para participar de um evento político do Partido Liberal (PL) que lançará, pela segunda vez, a pré-candidatura do deputado federal Capitão Alberto Neto a prefeito da cidade. O evento acontece nesta sexta-feira (3), às 19h, na Arena Amadeu Teixeira, localizada na avenida Constantino Nery, bairro Flores, zona Centro-Sul.

Na areia da praia da Ponta Negra foram fixadas 16 cruzes relembrando as 14 mil mortes durante a pandemia no estado. Um dos organizadores do ato, o delegado da Polícia Civil João Victor Tayah (PT), que é pré-candidato a vereador, exibiu em seu Instagram detalhes do protesto, criticando duramente a gestão de Bolsonaro, que segundo ele, negou ajuda para conter os avanços da doença no Amazonas.

“Nós fomos, na verdade, experimentos cobaias de uma teoria de imunidade de rebanho, nos empurraram um medicamento que não tinha nenhum tipo de eficácia com a cloroquina, enquanto negavam vacinas e as pessoas morriam nas macas dos hospitais”, disse o pré-candidato.

Críticas

Horas mais tarde, o delegado sofreu ataques em sua página no Instagram, que aparentemente partiram de eleitores da direita.

João Tayah sobre ataques em suas redes sociais, após manifestação

Print do story do Instagram de João Tayah

 

 

Ao Portal AM1 nesta sexta-feira (3), João Thayah não especificou se estuda a possibilidade de responsabilizar criminalmente aqueles que dirigiram injúrias e calúnias contra ele nas redes sociais, apenas disse que seguirá priorizando pautas consideradas importantes para ele.

 

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