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Ex-secretária de Comunicação, Daniela Assayag reaparece nas redes sociais: ‘renovada e leve’

Daniela escapou de denúncia do Ministério Público Federal (MPF), após ser investigada pela Polícia Federal na operação Sangria
• Publicado em 03 de maio de 2021 – 21:22

Afastada das redes sociais desde que pediu exoneração do cargo de secretária de Comunicação do Amazonas em julho de 2020, a jornalista Daniela Assayag reapareceu nesta segunda-feira (3) em sua página oficial. Num post em tom de desabafo, ela citou que a injustiça é combatida com o silêncio, a paciência e o tempo, parafraseando o filosofo Sêneca.

Na publicação, a ex-secretária diz que “a hora chegou” ao citar que o relatório da Polícia Federal, divulgado na semana passada, não cita seu nome na denúncia apresentada ao Ministério Público Federal (MPF).

“Eu que já estive nas manchetes dos noticiários fui resumida a uma nota de rodapé dizendo que “não há elementos suficientes para que se impute a participação efetiva no delito ora descrito”. Quem entende de redação jurídica sabe que “suficiente” e “efetivo” são adjetivos normalmente usados pelos operadores do Direito. Não fui indiciada ou denunciada porque nada fiz. Este é o fato. E sigo convicta que as verdades que ainda não foram totalmente esclarecidas serão no momento certo porque eu acredito na justiça.”, diz em um trecho da publicação.

No meio do ano passado, Daniela Assayag deixou o cargo após ser envolvida na “Operação Sangria”, que chegou a prender ex-secretários de saúde do Amazonas. O caso diz respeito a compra de respiradores para atender pacientes infectados pela covid-19 no primeiro pico da doença em Manaus.

Segundo informações apuradas pela ‘CPI da Saúde’ na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), Luiz Carlos Avelino Júnior, que é o marido de Daniela teria sido um dos beneficiados na compra superfaturada de 28 respiradores em uma loja de vinhos. Ele é um dos sócios da Sonoar, uma das empresas envolvida no episódio. Ela negou a acusação na época.

No texto desta segunda, a jornalista segue agradecendo as mensagens que teria recebido e revela que nos últimos dez meses, fez diversos cursos e até iniciou uma nova faculdade. “Fui julgada, condenada e executada em praça pública. Depois inocentada, mas agora reservadamente, em um documento oficial sem alardes e nem manchetes.”, escreveu em outro momento da publicação.

Com isso, ela tenta passar uma mensagem de que foi injustiçada no caso, já que não foi incluída na lista com vários membros e ex-servidores do governo, denunciados ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). “Volto, agora, a esta ‘convivência digital’ para seguir minha vida. Renovada. Leve.”, finaliza o texto.

Veja publicação na íntegra:

 

 

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