(Foto: Reprodução/ Redes Sociais)
Manaus (AM) – O senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), iniciou oficialmente sua campanha neste domingo (16) com um discurso de continuidade ao projeto político do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em publicação nas redes sociais, o parlamentar afirmou estar preparado para assumir a candidatura no lugar do pai e declarou que pretende “comandar” o país.
“Na impossibilidade dele, ele me passa o seu manto. Eu estou aqui diante de todos vocês e toda a nação brasileira para reafirmar que eu estou mais do que preparado para essa missão. Eu estou mais do que preparado para comandar esse país”, afirmou.
Flávio disse ainda que Jair Bolsonaro seria, segundo ele, vítima de uma “farsa” e que estaria sendo punido por “ameaçar o sistema”. O senador também afirmou que pretende montar um governo com pessoas que considera competentes e honestas.
“Eu sou presidente da República do nosso Brasil, para fazer um governo com as melhores pessoas ao meu lado, pessoas competentes, pessoas honestas”, declarou.
Em outro trecho da publicação, Flávio adotou um discurso de forte oposição ao PT e apresentou a eleição como uma disputa entre os dois grupos políticos. “Essas eleições não são sobre Bolsonaro e o PT. Essas eleições são sobre o seguinte: ou o Brasil vence o PT, ou o PT acaba com o Brasil”, afirmou.
Imagem feita por inteligência artificial
Em outra publicação, neste domingo, Flávio Bolsonaro chamou atenção ao compartilhar uma imagem produzida por inteligência artificial. Na montagem, o senador aparece somente de sunga e usando uma faixa presidencial, em uma representação simbólica de sua chegada ao Palácio do Planalto.
A imagem não é um registro fotográfico real e foi produzida digitalmente. A publicação repercutiu nas redes sociais e recebeu comentários de apoiadores e críticos.
O uso de conteúdos produzidos por inteligência artificial ocorre em meio ao debate eleitoral sobre a utilização da tecnologia durante a campanha de 2026 e sobre a necessidade de identificação de materiais sintéticos para evitar que o eleitor seja levado a acreditar que uma imagem ou vídeo é real.
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