Manifestantes se concentram próximo da Arena da Amazônia (Foto: Reprodução/Twitter)
A greve dos professores da rede estadual de ensino chega ao segundo dia, nesta sexta-feira, 23, e a categoria aguarda uma resposta do governador Amazonino Mendes (PDT), que ainda não deu sinais de que vai ceder. Ontem, no primeiro dia da paralisação, servidores da educação foram para a frente da sede do governo e prometeram só voltar ao trabalho depois de serem recebidos pelo governador do Estado. As aulas foram suspensas em Manaus e em 40 municípios do interior do Estado.

Manifestantes se concentram próximo da Arena da Amazônia (Foto: Reprodução/Twitter)
Nesta manhã, os professores participam de uma audiência pública na Assembleia Legislativa do Estado (ALE), onde parte dos deputados estaduais não votou pelo reajuste da categoria no orçamento estadual deste ano.
Leia também
Professores da Seduc são ‘intimidados’ a aceitarem proposta do governo
Os professores também devem voltar para a frente da sede do governo, por volta das 11h, em carreata. A categoria cobra do governador o reajuste de 35% do salário, além do reajuste do auxílio alimentação, entre outros pontos. A proposta do governo amazonense é de um aumento de 4,57%.
A Secretaria de Educação (Seduc) disse apenas lamentar que “alunos fiquem sem aula e que o ano letivo, interrompido, deva ser reposto em período em que os estudantes e os professores costumam estar em férias escolares” e que o governo permanece “à disposição para negociar, como tem feito ao longo do mês da data base que resolveu cumprir, submisso ao primado da lei”.





