Presidente da Assembleia alimentava o sonho de disputar a Prefeitura de Manaus (Foto: Divulgação)
As oito assinaturas necessárias para o encaminhamento de abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos combustíveis foram fechadas na manhã desta terça-feira (26) no plenário da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALE-AM) e pelo Regimento Interno caberá ao presidente, Josué Neto (PSD), aceitar ou recusar a instalação da comissão.
Felipe Souza e João Luiz foram os dois últimos deputados a assinar o requerimento proposto pelo deputado Álvaro Campelo (MDB). Assinam ainda o pedido de CPI os deputados Wilker Barreto (PHS), Serafim Correa (PSB), Dermilson Chagas (PP), Roberto Cidade e Joana Queiroz.

Competirá ao presidente da Assembleia a decisão de instalação da CPI. (Divulgação)
Campelo disse que protocolizará na quarta-feira (27) na Mesa Diretora para análise do presidente da ALE-AM.
“O primeiro passo foi concluído. Amanhã entrego ao presidente de forma oficial o requerimento assinado pelos deputados e ele encaminhar para a Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) pela admissibilidade”, disse.
“É possível que o presidente ainda peça da procuradoria da Casa algum parecer sobre o objeto da CPI. Mas apenas a admissibilidade da CCJ já garante a abertura do prazo de 120 dias para que a CPI finalize seus trabalhos”, comenta o deputado Belarmino Lins (PP).
Procon Manaus
“Existe cartel em Manaus. Não é especulação”. A afirmação é do titular do Procon Manaus, Rodrigo Guedes, que apresentou aos deputados nesta manhã o pedido de instauração da CPI. No documento o Procon Manaus informa que esgotou todas as “diligências cabíveis na sua esfera de atribuições para conter a uniformização dos preços e a prática de concorrência desleal”, afirmou Guedes.





