Manaus, 8 de julho de 2026
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Manaus, 8 de julho de 2026

Cidades

Juiz ouve três testemunhas do “Caso Grande Vitória”

JULGAMENTO CASO VITÓRIA

O juiz ouviu três testemunhas de defesa, sendo que uma delas também foi arrolada pela acusação - Foto: Raphael Alves/TJAM

O juiz titular da 3ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Manaus, Mauro Antony, ouviu nesta segunda-feira (26), durante audiência de instrução e julgamento, mais três testemunhas no caso do desaparecimento de Alex Júlio Roque, 25 anos, Rita de Cássia Castro da Silva, 19, e Weverton Marinho Gonçalves, 21, ocorrido após uma abordagem policial, no dia dia 29 de outubro de 2016,  na área conhecida como Grande Vitória, na zona Leste de Manaus.

JULGAMENTO CASO VITÓRIA

O juiz ouviu três testemunhas de defesa, sendo que uma delas também foi arrolada pela acusação – Foto: Raphael Alves/TJAM

O prosseguimento da audiência de instrução no processo começou às 12h e encerrou às 13h45, no Fórum Ministro Henoch Reis, no bairro de São Francisco, na capital amazonense. O juiz ouviu três testemunhas de defesa, sendo que uma delas também foi arrolada pela acusação. De acordo com a diretoria da Vara, após a oitiva desta segunda-feira, falta apenas ouvir mais uma testemunha, considerada imprescindível pela defesa. Em seguida, terá início o interrogatório dos acusados.

“Estamos praticamente encerrando a fase de instrução, falta apenas ouvir uma testemunha – um policial militar, arrolado pela defesa de um dos acusados. Essa testemunha será ouvida na próxima audiência, em data a ser definida, e nessa mesma ocasião vamos começar a interrogar os réus. São oito acusados no total. Depois disso, a instrução se encerra e os que forem pronunciados irão a Júri Popular”, explicou o juiz Mauro Antony.

De acordo com o inquérito policial que originou a denúncia do Ministério Público do Amazonas (MPE), no dia 29 de outubro de 2016, na comunidade Novo Reino (Conjunto Castanheira), bairro Gilberto Mestrinho, em área conhecida por populares como Grande Vitória, Alex Júlio Roque, Rita de Cássia Castro da Silva e Weverton Marinho Gonçalves foram abordadas por policiais militares entre 3h58 e 04h09, e depois disso não foram mais vistos. Conforme a denúncia do MP, os jovens teriam sido mortos, porém os corpos ainda não foram encontrados.