(Foto: Dhyeizo Lemos / Semcom-Prefeito)
Belém (PA) – Manaus foi oficialmente reconhecida pela Caixa Econômica Federal com o “Selo de Gestão Sustentável”, durante painel realizado nesta terça-feira (11/11), na Arena Espaço Caixa, dentro da programação da COP30, em Belém (PA).
O certificado é concedido a municípios que adotam boas práticas de responsabilidade socioambiental, climática e de governança, e garante condições especiais para financiamentos e investimentos em infraestrutura verde e sustentabilidade urbana.
A capital amazonense atendeu 21 critérios de avaliação, figurando entre as cidades brasileiras com maior capacidade técnica e institucional para captar recursos voltados à mitigação e adaptação às mudanças climáticas.
Destaques
Durante a cerimônia, o prefeito David Almeida destacou as políticas públicas implementadas pela gestão municipal, como o novo aterro sanitário público e técnico da região Norte, que prevê geração de energia limpa a partir do biogás e da futura usina fotovoltaica, e as ecobarreiras municipais, responsáveis por reter cerca de 300 toneladas de resíduos por mês nos igarapés de Manaus.
“As ecobarreiras já evitaram que quase 8 mil toneladas de lixo chegassem ao rio Negro. Manaus também avança em um projeto para transformar o antigo aterro em uma usina solar, capaz de gerar energia para até 30 mil residências”, afirmou o prefeito.
O presidente da Caixa, Antônio Vieira Fernandes, elogiou o desempenho da capital amazonense. “O selo reconhece cidades que fazem gestão com atenção específica às questões de sustentabilidade. Manaus se destacou pelo rigor técnico e pela importância estratégica que representa para a Amazônia”, afirmou.
O prefeito de Belém, Igor Normando, anfitrião da COP30, também ressaltou o protagonismo manauara na pauta climática. “Manaus e Belém mostram ao Brasil e ao mundo que é possível desenvolver com sustentabilidade e olhar voltado para as pessoas”, disse.
Com o reconhecimento, Manaus se consolida como referência nacional em gestão pública sustentável, unindo preservação da floresta, inovação urbana e justiça climática no coração da Amazônia.
(*) Com informações da assessoria
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