(Foto: Divulgação /Assessoria)
Manaus (AM) – A pré-candidata ao Governo do Amazonas, Maria do Carmo, afirmou não ter identificado, até o momento, irregularidades na movimentação de Flávio Bolsonaro, que negociou com Daniel Vorcaro um repasse de R$ 134 milhões para financiar o filme “Dark Horse”, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Nas redes sociais, Maria do Carmo publicou um vídeo em que afirmou ter passado o dia em uma imersão de marketing e que somente naquele momento conseguiu comentar o áudio de Flávio Bolsonaro.
“Pois bem, eu vi que ele já deu as respostas justificativas dele e, até agora, não vi nenhuma irregularidade em pedir patrocínio de um banco para um filme, coisa que nós já estamos acostumados a ver”, disse Maria do Carmo.
Repercussão política
A pré-candidata ao Governo do Amazonas, que se classifica como alguém nova na política e se posiciona contra caciques políticos, afirmou ainda que entende a repercussão do caso como uma “tempestade provocada por conta de uma disputa eleitoral”.
“Na minha opinião, isso pode ser só uma tempestade provocada por conta de uma disputa eleitoral. Só isso. Pronto”, afirmou Maria do Carmo.
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A Intercept Brasil publicou, na última quarta-feira, uma reportagem investigativa que aponta que o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), teria negociado um repasse de US$ 24 milhões, cerca de R$ 134 milhões, diretamente com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para financiar um filme sobre Jair Bolsonaro.
Após a publicação da reportagem investigativa, o assunto ganhou repercussão no cenário político brasileiro. Flávio Bolsonaro negou, na manhã de quarta-feira (13), ter mantido diálogos com Vorcaro sobre o financiamento do filme “Dark Horse” (“Azarão”, em tradução livre).
No entanto, após a repercussão da reportagem, o senador admitiu a negociação, mas negou qualquer ilegalidade no financiamento do filme.
Situação de Daniel Vorcaro
Daniel Vorcaro está preso, acusado de comandar fraudes bilionárias no Banco Master, instituição liquidada pelo Banco Central em novembro. Atualmente, ele negocia um acordo de delação premiada.
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