Manaus, 6 de julho de 2026
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Cenário

‘Meu mandato vai até 5 de janeiro de 2027’, diz Wilson Lima ao comentar sobre as Eleições Gerais de 2026

Declaração foi feita ao comentar especulações sobre as Eleições Gerais de 2026.

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(Foto: Alex Pazuello/Secom)

Manaus (AM) – “Meu mandato vai até 5 de janeiro de 2027”. Foi com essas palavras que o governador do Amazonas, Wilson Lima (União Brasil), afastou conversas sobre seu posicionamento nas Eleições Gerais de 2026, em entrevista à Rede Tiradentes, nesta segunda-feira (26).

Wilson Lima, desde o ano passado, enquanto outras figuras políticas do Amazonas já lançaram pré-candidatura e conversam de forma mais aberta acerca do assunto, seja negando ou confirmando o cargo que irão ou não disputar, tem tomado um caminho contrário, afastando conversas sobre qual direção decidirá seguir.

O governador tem duas possibilidades: continuar o mandato até o fim, deixando cargos eletivos ao chegar ao término em 5 de janeiro de 2027, ou se desincompatibilizar do cargo para disputar uma vaga no Congresso Nacional, seja como deputado federal ou ao Senado.

Até o momento, Wilson Lima não deixou clara a sua escolha. Em entrevista, ele afirmou que seu mandato vai até o dia 5 de janeiro de 2027, data que antecede a posse do futuro governador do Amazonas, eleito nas Eleições Gerais de 2026.

“Aqui a gente tem que cumprir a nossa missão. A gente foi eleito aqui pra cumprir a missão de melhorar a vida das pessoas. Enquanto tem muita gente aí escolhendo o caminho do palanque, a gente escolhe o caminho da rua pavimentada, o caminho da saúde, o caminho da segurança pública pra melhorar a vida das pessoas”, afirmou Wilson Lima.

Wilson Lima precisa tomar essa decisão até o dia 4 de abril deste ano. Isso porque, caso concorra ao Senado ou à Câmara Federal, precisará se desincompatibilizar seis meses antes da data do pleito das Eleições Gerais, marcado para 4 de outubro de 2026.

Apesar da data estar cada vez mais próxima, Wilson Lima afirma que não está tratando do assunto neste momento. “Essa questão de política a gente vai tratar mais lá na frente”, concluiu o governador.

 

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