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Brasil avalia marcar reunião no G-20 sobre a Venezuela

Nos três dias de Bolsonaro no Japão, além das atividades do G-20, ele terá encontros bilaterais com o primeiro-ministro de Cingapura, Lee Hsien-Loong

O governo brasileiro avalia realizar uma reunião paralela ao G-20 para discutir a crise na Venezuela. O encontro está em negociação e ainda não entrou na agenda de Jair Bolsonaro, mas é visto por parte da equipe do presidente como um dos possíveis destaques de sua agenda no Japão, local da cúpula nesta semana.

A ideia é que o Brasil patrocine a reunião ao lado do Canadá, segundo uma fonte a par das negociações. Se confirmado, o encontro seria conduzido pelo próprio Bolsonaro e por Justin Trudeau, primeiro-ministro do Canadá, mas teria a participação de outros países.

(Beto Barata/PR/Divulgação)

Outros encontros já estão previstos na agenda de Bolsonaro. Ele fará reuniões bilaterais com ao menos cinco chefes de Estado. Entre eles, Xi Jinping, presidente da China, e Narendra Modi, primeiro-ministro indiano. Segundo um auxiliar, Bolsonaro pretende incluir ainda na agenda uma reunião com Cyril Ramaphosa, presidente da África do Sul. Até o momento, porém, não foi feito um pedido de encontro por parte de Vladimir Putin, da Rússia.

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Nos três dias de Bolsonaro no Japão, além das atividades do G-20, ele terá encontros bilaterais com o primeiro-ministro de Cingapura, Lee Hsien-Loong, e com Mohamed bin Salman, príncipe herdeiro da Arábia Saudita, um grande aliado do presidente dos EUA, Donald Trump, que é acusado pelo assassinato do jornalista Jamal Khashoggi, no ano passado. 

Segundo informações da imprensa americana, a CIA chegou a apontar Bin Salman como mandante do crime, que ocorreu no Consulado da Arábia Saudita em Istambul. Uma investigação da ONU também culpou o príncipe pelo assassinato. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

(*) Com informações da Estadão Conteúdo

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