(Fotos: Reprodução/Redes sociais/PSDB-AM)
Manaus (AM) – Momentos após o governo federal voltar atrás e revogar o monitoramento de transações bancárias via PIX, ao final da tarde desta quarta-feira (15), alguns membros da bancada federal do Amazonas se pronunciaram sobre a decisão nas redes sociais.
O primeiro comentário foi do deputado federal Capitão Alberto Neto (PL), que demonstrou entusiasmo com a notícia. Em um vídeo publicado nos stories do Instagram, ele declarou que “a vitória é do povo brasileiro” por fazer pressão popular. Em seguida, criticou a gestão do presidente Lula (PT).
“Hoje é dia de boa notícia: vitória da oposição, aliás, vitória do povo brasileiro. Graças à pressão da oposição e da população nas redes sociais, o desgoverno Lula voltou atrás na fiscalização do Pix e de transações acima de R$ 5 mil para pessoas físicas e R$ 15 mil para pessoas jurídicas. Faz uma reflexão: se eles recuaram, é porque a medida não era boa”, afirmou o parlamentar.
Na rede X, o senador Plínio Valério (PSDB) também comemorou a revogação e classificou a decisão do governo federal como “um ato de sensatez”.
Não se manifestaram
Os deputados federais Sidney Leite (PSD), Fausto Santos Jr (UB), Pauderney Avelino (UB), Silas Câmara (Republicanos), Amom Mandel (Cidadania), Adail Filho (Republicanos) e Átila Lins (PSD) não se posicionaram ou evitaram falar sobre o assunto nas redes sociais até esta quinta-feira (16).
Sidney publicou um vídeo após realizar exercício físico por volta das 7h; Adail Filho publicou no Instagram um vídeo sobre merenda amazônica após o governo federal anunciar a decisão, mas nada sobre a revogação do monitoramento do Pix. Os demais não publicaram nada a respeito do assunto.
A revogação
O secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, ao anunciar a revogação, explicou que a decisão ocorreu diante da distorção de informação feita por criminosos. De acordo com ele, a Receita vai investigar e responsabilizar as pessoas, junto à AGU e a Polícia Federal, que disseminaram fake news e fizeram o uso do nome e do símbolo do órgão para dar golpe.
Diante da disseminação da fake news, pequenos empreendedores e comerciantes já não estavam mais utilizando o serviço por acreditarem que, a partir do monitoramento, a transação via Pix seria taxada.
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