Manaus, 7 de julho de 2026
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Manaus, 7 de julho de 2026

Política

Parlamentar cria projeto de Lei e cria Dia da Harmonização Facial: ‘intuito não é endeusar’

A proposta do ainda precisa ser aceita em uma segunda votação

SÃO PAULO – Os vereadores de São Paulo aprovaram, nessa quinta-feira (26), o projeto de lei que cria o Dia da Harmonização Facial, a ser comemorado em 29 de janeiro. A proposta do ainda precisa ser aceita em uma segunda votação.

O autor do projeto foi o vereador Isac Félix (PL), que justificou a necessidade de inclusão da data comemorativa no calendário oficial da cidade afirmando que “a apresentação pessoal é uma necessidade fundamental na vida das pessoas”. O texto de justificativa diz ainda que o projeto “visa reconhecer um novo ofício que está surgindo e pode ajudar muitas pessoas.”

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O vereador Fernando Holiday (Novo) chegou a rir depois de ler a aprovação da proposta, que ocorreu sem discussão na Câmara de São Paulo, pois já havia sido acordada antes no Colégio de Líderes.

Após a aprovação, a lei teve uma repercussão negativa e Félix publicou uma nota de esclarecimento nas redes sociais.

“O compromisso da proposta é de homenagear os incríveis profissionais após solicitação da Sociedade Brasileira de Toxina Botulínica e Implantes Faciais na Odontologia (SBTI)”, disse Félix em comunicado conjunto com a SBTI.

Harmonização facial

A harmonização facial é um conjunto de tratamentos no rosto, criado para melhorar a harmonia entre os dentes, boca e rosto de uma forma geral. O tratamento é feito de fora para dentro do rosto. As técnicas mais usadas são o ácido hialurônico, toxina botulínica, laser e peeling.

“O intuito não é endeusar a Harmonização Facial como medida meramente estética, mas sim, a ajudar a recuperar a autoestima daqueles que passam por experiências de violência e àqueles que nascem com alguma condição genética que os atrapalham”, afirma.

Félix ainda ressaltou que, no mesmo dia, aprovou um projeto de lei para incluir a Semana da Conscientização Menstrual no Calendário de Eventos da Cidade de São Paulo. “Esse, infelizmente, não teve repercussão alguma”, diz.