Manaus, 6 de julho de 2026
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Cidades

PM tem prisão preventiva decretada após atropelamento que matou cães em Manaus

Os outros dois policiais foram liberados e irão responder ao processo em liberdade.

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(Foto: Reprodução/Redes Sociais G1)

Manaus (AM) – A Justiça do Amazonas determinou a prisão preventiva do policial militar Cássio Rodrigo Dias Pinto, que conduzia a viatura envolvida no atropelamento que resultou na morte de cães em Manaus. O episódio aconteceu na zona Sul da capital amazonense. Conforme a decisão, outros dois policiais militares também são investigados, mas irão responder ao processo em liberdade.

Imagens registradas no local indicam que os cães estavam na pista no momento em que a viatura passou e acabou atingindo os animais, sem que o condutor interrompesse o trajeto. Após o ocorrido, os tutores procuraram a polícia e formalizaram a denúncia por meio de um Boletim de Ocorrência. Os corpos dos cães foram posteriormente encaminhados para análise pericial.

O Tribunal de Justiça do Amazonas informou que Cássio Rodrigo Dias Pinto, além dos policiais Fernando Rufino de Oliveira Curitima e Thiago da Fonseca Garcia, participou de audiência de custódia nesta segunda-feira (02/01). O procedimento foi realizado no Fórum de Justiça Ministro Henoch Reis, no bairro São Francisco, na capital amazonense.

Durante o plantão judicial, o magistrado responsável decidiu pela prisão em flagrante e pela conversão em prisão preventiva de Cássio, identificado como o motorista da viatura no instante do atropelamento. Já os policiais Fernando Rufino e Thiago da Fonseca tiveram a liberdade concedida e seguirão respondendo às acusações sem restrição de liberdade.

Tutora relata rotina dos animais e momento em que encontrou os cães mortos

A dona dos cães, identificada como Maria Paulete, relatou com tristeza a perda dos animais e afirmou que eles costumavam sair de casa todas as manhãs, retornando pouco tempo depois. Ela contou que escutou um forte barulho e, ao verificar o que havia ocorrido, encontrou os cães mortos, enquanto moradores da vizinhança se desesperavam com a cena.

Abalada, Maria Paulete destacou que sempre cuidou dos animais, garantindo alimentação e bem-estar, e criticou a atitude de quem deveria zelar pela segurança da população. Segundo ela, os cães eram bem tratados, dóceis e não ofereciam risco. Informou ainda que os animais tinham 10 e 7 anos de idade e que um deles deixou quatro filhotes. Ela reforçou que ambos eram calmos, castrados e acostumados a circular pela rua antes de voltar para casa.

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