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Filha deficiente estuprada pelo pai teria dito que ‘não aguentava mais’

A polícia informou que os abusos aconteciam com frequência desde 2016, quando os filhos passaram a morar com o pai

(Antônio Mendes/Amazonas1)

Em 2016, quando a mãe de dois jovens, de 17 e 30 anos, faleceu, o pai, 53, teve que assumir a responsabilidade pelos filhos que apresentam deficiência física e intelectual. Com a perda da mãe, eles passaram a morar somente os três, seria o início de uma vida nova reconstruída aos poucos.

Passados quase três anos, uma família que tinha tudo para voltar a ser feliz, revive momentos trágicos. O pai está sendo acusado de estupro de vulnerável, tendo como vítima, a própria filha. O caso foi descoberto após a jovem conseguir alertar os vizinhos que estaria sendo abusada sexualmente pelo próprio pai.

“Eu não aguento mais”, teria dito a vítima, mesmo não conseguindo se expressar direito, aos moradores que já suspeitavam dos abusos há algum tempo. O crime foi denunciado à polícia há aproximadamente duas semanas, que desde então, passou a investigar o homem. 

Segundo o delegado titular do 30º Distrito Integrado de Polícia (DIP), Torquato Mozer, o homem de 53 anos foi preso após exame constatar o estupro. “Por meio do exame técnico pericial se comprovou que existiam e existem abusos contra essa pessoa que possui essa deficiência que reprova ainda mais a conduta deste pai”, conta Mozer.

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“Em conversas iniciais com o acusado, o mesmo nega. Mas, os exames comprovam que existiam sim grandes evidências de relações sexuais do abusador com a filha”, diz o delegado. A mulher de 30 anos e o adolescente de 17 anos passarão a morar com outros familiares.

Relembre

Um homem de 53 anos foi preso na manhã desta segunda-feira, 19, por volta das 8h, acusado de estuprar a própria filha de 30 anos, que é uma pessoa com deficiência intelectual e física. Eles moravam juntos, com o filho mais novo de 17 anos, no bairro Jorge Teixeira, zona Leste da capital. 

O homem foi indiciado por estupro de vulnerável e cumprirá prisão temporária de 30 dias, por se tratar de um crime hediondo. Ele foi encaminhado ao Centro de Detenção Provisória Masculino, onde irá permanecer à disposição da Justiça. 

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