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David Reis gasta mais de R$ 18,7 milhões em contratos na CMM

David Reis já firmou diversos serviços na CMM nesse primeiro semestre. Ele já gastou mais de R$ 13 milhões com novas contratações
Edilânea Souza – Portal AM1
• Publicado em 17 de julho de 2021 – 18:00
David Reis gasta mais de R$ 18,7 milhões em contratos na CMM
David Reis e David Almeida em solenidade - Foto: Robervaldo Rocha / CMM

MANAUS, AM – Com seis meses à frente da presidência da Câmara Municipal de Manaus (CMM), o vereador David Reis (Avante) vem demonstrando que sua gestão já teve muitos gastos, nos primeiros seis meses, em contraponto às poucas proposituras de sua autoria na Casa Legislativa.

Só neste primeiro semestre, David Reis já contratou um total de R$ 18.736.264,47 entre novos contratos e aditivados, vindos de gestões anteriores.

Dos novos contratos cadastrado no Portal da Transparência da CMM, o presidente já gastou R$ 13.002.612,05 (treze milhões e dois mil, seiscentos e doze reais e cinco centavos), até o dia 8 de junho, de acordo com o site.

David Reis - novos contratos

Conforme a sequência lógica dos números dos novos contratos, não foi localizado o de numeração 013-2021, no site da CMM. Um contrato que também não foi localizado no sistema foi para contratação de agentes de portaria, firmado em maio, com a empresa Norteshep Representação e Comercio de Materiais Elétricos Ltda, pelo valor global de R$ 829.326,66, com vigência de 180 dias, o que corresponde a um valor mensal de mais de R$ 138 mil.

David Reis - Contratos

Ainda dos novos contratos, chama atenção dois deles, que ultrapassam os R$ 3 milhões. O primeiro com a empresa Abrahão da S Cardoso Comunicações e Produções, para aluguel, instalação e manutenção de equipamentos para transmissão de imagens em alta definição da TV Câmara. O valor final foi firmado em R$ 3.189.972,00 (três milhões, cento e oitenta e nove mil e novecentos e setenta e dois reais).

Já o segundo, foi firmado com a Solasstec Tecnologia Eireli para implantar sistema de controle da CMM, referente à licitação, frota e veículo, de passagens e diárias e demais serviços ligados ao SIGAE, SAPL e Câmara Digital, no valor de R$ 3.682.200,00 (três milhões, seiscentos e oitenta e dois mil e duzentos reais).

Leia mais: CMM poderá gastar mais de R$ 80 mil em café e açúcar

Contratos aditivados

Já os contratos que sofreram aditivos, agora em 2021, o valor já chega a R$ 5.733.652,42 (cinco milhões, setecentos e trinta e três mil, seiscentos e cinquenta e dois reais e quarenta e dois centavos). Nesses aditivos, a Empresa Marka Reforma recebeu dois termos aditivos de valor só em 2021: o primeiro, em fevereiro, no valor de R$ 147.600 mil e no mês de maio, no valor de R$ 345.375,88 mil, para prestar serviços de manutenção, conservação, instalação e desinstalação de máquinas e equipamentos de escritórios.

David Reis - contratos aditivados

O contrato que chama mais atenção e que recebeu aditivo é o da Amazonas Produtora Cinematográfica, do empresário Cyro Batará, da Rede Diário de Comunicação, que recebeu a bagatela de R$ 2.678.400,00 por mais um ano. Ao mês, a despesa desse contrato custará R$ 223.200,00 mil.

Leia mais: MP recomenda que CMM adote ponto eletrônico para funcionários

Poucas proposituras

De acordo com o Sistema de Apoio ao Processo Legislativo (SAPL), Reis apresentou 45 propostas na CMM nesse primeiro semestre, sendo 41 requerimentos encaminhados às secretarias municipais pedindo algum tipo de serviço para comunidades, dois Projetos de Lei, um Projeto de Emenda a Lei Orgânica do Município de Manaus (LOMAMM) e uma Moção de Parabenização em comemoração ao Dia do Gari.

David Reis - Proposituras

Polêmicas com David Reis

Nesse período à frente da presidência da CMM, David Reis também já se envolveu em algumas polêmicas, tanto com contratações de parentes, como a contratação de sua esposa pela Prefeitura de Manaus, comandada por David Almeida, de sua chefe de gabinete – que deveria estar trabalhando e estava em viagem de férias, bem como, com alguns de seus pares, como o vereador Rodrigo Guedes (PSC).

A primeira discordância entre os vereadores foi causada pela não instalação da “CPI da Energia”, proposta por Guedes e que demorou para tramitar na CMM. A segunda, pela retirada de assinatura na proposta de cancelamento do recesso de meio de ano, em que as sessões plenárias deixam de ocorrer no intervalo de 15 dias, recesso este que começou no último dia 14 de julho.

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