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Rosilane Almeida e Marklize Siqueira dividem presidência do PSOL no AM

Rosilane Almeida comandará a gestão 2021-2022 e Marklize Siqueira a gestão de 2022-2023
Juliana Siqueira – Portal AM1
• Publicado em 04 de outubro de 2021 – 10:34
Presidência do PSOL AM será compartilhada por Rosilane Almeida e Marklize Siqueira
Foto: Reprodução

Manaus, AM – O PSOL-AM será comandado por duas mulheres na gestão de 2021-2023. A posse de Rosilane Almeida e Marklize Siqueira ocorreu nesse domingo (03).

“O PSOL Amazonas será conduzido por mulheres! Em reunião entre as Chapas que concorreram para Diretório Estadual ficou decidido que a Presidência do Diretório Estadual no Amazonas será compartilhada entre duas mulheres”, diz publicação do partido nas redes sociais.

A gestão de 2021-2022 será conduzida por Rosilane Almeida, trabalhadora do campo, militante sindical e dos movimentos de mulheres de Itacoatiara, além de já ter sido candidata a vereadora do município.

Já a gestão de 2022-2023 será conduzida por Marklize Siqueira, feminista, afro-indígena e ex-candidata a vice-prefeita em 2020, na chapa do deputado petista, Zé Ricardo. Marklize também é assistente social e socióloga.

“A ocupação de espaços de poder por mulheres, a ampliação das bases do PSOL e uma transformação popular desse partido é compromisso de todos/todas/todes nós! Viva o Socialismo e Liberdade! A revolução será feminista! Nada sem nós!”, diz a publicação.

A decisão da direção do PSOL ser compartilhada ocorreu após a eleição interna ter acabado em empate entre as chapas PSOL Cabano e PSOL Popular. O mandato foi dividido para evitar que a decisão fosse por sorteio.

Leia mais: Parte da Bancada Coletiva deixa PSOL e deve ir para o PCdoB

Debandada

Na semana passada, o Portal Amazonas1 mostrou que alguns integrantes do PSOL deixaram o partido por falta de condições para uma competitividade eleitoral, conforme pontuou a ex-candidata a vereadora pela Bancada Coletiva do PSOL, Michele Andrews.

Segundo a candidata, a ida para o PCdoB está em diálogo, e que o projeto de uma candidatura feminina de esquerda está focado no diálogo com partidos de esquerda. Segundo Andrews, a ideia é ter uma estratégia eleitoral ainda mais ampla, e o PSOL não oferece condições para uma competitividade eleitoral.

“As lideranças do projeto da bancada coletiva, que surgiu dentro do PSOL, perceberam que o partido não tem estrutura para uma campanha competitiva, e por isso, passaram a dialogar com outros partidos. Foi cogitado, por exemplo, uma bancada mista, onde as componentes sejam de mais de um partido. Mas isso ainda não está fechado”, afirma.

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