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Após ‘salvar’ Bolsonaro com carta, Temer fala sobre volta de Lula: ‘não tenho nenhuma objeção’

O ex-presidente afirmou que esta é uma decisão do povo e 'morreu o assunto'
Da Redação – Portal AM1*
• Publicado em 28 de setembro de 2021 – 11:46
Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula

SÃO PAULO, SP – Em entrevista ao Roda Viva, o ex-presidente Michel Temer afirmou que o retorno do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à presidência é uma decisão do povo.

“É o povo quem tem que decidir. Por exemplo: se for se basear na pesquisa atual, tudo indica que boa parte dos votos irão para o Lula, não é? Eu não teria nenhuma objeção… Se o povo decidir que é o Lula, tá decidido e morreu o assunto”, respondeu.

Em relação às pesquisas de intenção de voto, recentemente, a Ipec divulgou que Lula estaria liderando os votos com 20 pontos percentuais contra o presidente Jair Bolsonaro. Lula aparece com 48% das intenções de voto, enquanto Bolsonaro tem 23%.

Leia mais: ‘Lula tem voto, mas não consegue tomar uma tubaína na esquina’, afirma Bolsonaro

Michel Temer voltou aos holofotes após auxiliar o presidente Bolsonaro a escrever uma “carta de desculpas” pelas manifestações do dia 7 de setembro, em que os discursos atacaram o Judiciário. Sobre quem ligou para quem, Bolsonaro afirmou que foi Temer quem fez o telefonema, mas o ex-presidente deixou claro que foi procurado pelo atual chefe.

“Eu li a entrevista [dada pelo presidente a] ‘Veja’ e, em dado momento, ele diz que ‘e houve o telefonema do Temer’ (…) Quando chegou na quarta-feira, dia 8, eu fixei bem o horário, o presidente me ligou. Eu não falava com ele há uns 8 ou 9 meses. E ele me disse: ‘e aí presidente, o que achou do movimento de ontem [7 de setembro]?”, explicou.

O ex-presidente ainda revelou que sentiu um clima negativo na semana do 7 de setembro, mas que não pensou em salvar Bolsonaro de um possível impeachment ao escrever a carta.

“Senti um clima muito negativo no país. Evidentemente, em face a provocação do presidente, eu não poderia me omitir. Vi, naquele momento, uma oportunidade de ‘distensionar’ as questões todas”, disse Temer. “Eu não me arrependo minimamente do que fiz. Nem estava no meu projeto. Não pensei [em ‘salvar’ Bolsonaro de impeachment]. Eu pensei em distensionar o país”, pontuou.

(*) Com informações do Uol

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