(Foto: Celso Maia/ Portal AM1)
Manaus (AM) – Com a aproximação das eleições municipais de 2024, a corrida para definir chapas e alianças políticas está a todo vapor. O prefeito de Manaus, David Almeida, do partido Avante, ainda não anunciou quem será o candidato a vice-prefeito; porém, nomes começam a ser especulados nos bastidores.
Nesta quinta-feira (25), o Portal AM1 conversou com o secretário municipal de Agricultura, Abastecimento, Centro e Comércio Informal (Semacc), Wanderson Costa, para tentar descobrir se o nome mais forte que rola nos bastidores é mesmo o de Renato Junior, para ser o escolhido para compor a chapa com prefeito David, que busca reeleição.
Wanderson Costa optou por não revelar qual nome está liderando as discussões internas, mas enfatizou a importância de todos os indicados no processo de escolha.
“Aquele que for escolhido, temos a certeza de que será muito bem selecionado. São pessoas preparadas, escolhidas pelo próprio prefeito”, destacou o secretário, sinalizando confiança nas opções que estão sendo consideradas.
O secretário também ressaltou que, além de Renato Junior, outros nomes terão um papel crucial na composição da chapa liderada pelo atual prefeito.
“Nós não temos dúvidas de que não somente o nome do Renato Junior, mas também outros nomes selecionados pelo prefeito de Manaus, serão peças fundamentais para compor essa chapa,” disse Wanderson.
Chapa David Almeida
O prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), que busca a reeleição, disse em entrevista, para um noticiário local, na última quarta-feira (24), que avalia pelo menos seis nomes para compor sua chapa na disputa eleitoral deste ano.
Segundo o prefeito, até a próxima segunda-feira (29) o nome será definido. Ele destacou que o escolhido deve ter as mesmas características do atual vice-prefeito de Manaus, Marcos Rotta.
Entre as opções consideradas por David estão: Shádia Fraxe, que comandava a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa); Renato Junior, que estava à frente da Secretaria Municipal de Infraestrutura de Manaus (Seminf); e Willian Dias, que liderava a Casa Militar.
Todos foram exonerados de seus cargos no dia 5 de junho para ficarem disponíveis para uma eventual participação nas eleições.
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