Manaus, 26 de julho de 2026
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Manaus, 26 de julho de 2026

Cidades

Segunda etapa da vacinação contra brucelose é lançada pela Adaf

A nova etapa vai até 30 de novembro e segue obrigatória para quem tiver fêmeas bovinas e bubalinas de 3 a 8 meses.

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(Foto: Divulgação/Adaf)

Amazonas – A Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Amazonas (Adaf) alerta os pecuaristas que está em andamento a segunda etapa da campanha de vacinação contra a brucelose, uma doença que pode ser transmitida para humanos e que compromete de forma significativa a produção rural e o bem-estar dos animais. A nova etapa vai até 30 de novembro e segue obrigatória para quem tiver fêmeas bovinas e bubalinas de 3 a 8 meses.

“O produtor que tinha bezerras em idade de imunizar na primeira etapa e não o fez, tem que vacinar agora. Se o animal já tiver passado de 8 meses, o imunizante é o RB51. Caso ainda esteja dentro da faixa etária, a vacina é a B19”, explica a fiscal agropecuária médica veterinária Gisele Torres, que coordena, no Amazonas, o Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal (PNCEBT).

vacinação é realizada uma só vez e as bezerras recebem uma marcação para identificar que são imunizadas. A aplicação do imunizante só pode ser feita por médicos veterinários e auxiliares cadastrados na Adaf.

A multa pela não vacinação é de R$ 300 por propriedade e mais R$ 40 por animal. Além disso, produtores inadimplentes ficam impedidos de emitir Guia de Trânsito Animal (GTA) para movimentar seus rebanhos.

Transmissão

brucelose pode ser transmitida tanto pelo contato direto com animais infectados quanto pela ingestão de leite cru e queijo produzido com leite não pasteurizado. Os principais sintomas estão relacionados à reprodução, podendo causar aborto, infertilidade e nascimento de crias fracas, gerando prejuízo aos pecuaristas e sofrimento animal.

Após vacinar seu rebanho, o produtor tem que fazer a notificação à Adaf, apresentando na unidade local de seu município nota fiscal da vacina e atestado de imunização. O pecuarista também precisa informar à autarquia caso não haja bovinas e bubalinas, de 3 a 8 meses, em sua propriedade para serem vacinadas.

(*) Com informações da assessoria

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