Habilite o JavaScript para visitar este site.


Habilite o JavaScript nas configurações do seu navegador e recarregue a página.

Manaus, 21 de julho de 2026
×
Manaus, 21 de julho de 2026

Cenário

Serafim atribui greve dos rodoviários à falta de repasses da Prefeitura e nega responsabilidade do Estado

Segundo o documento, as empresas alegam ter cerca de R$ 190 milhões a receber da Prefeitura de Manaus, valor que, de acordo com a entidade, compromete o equilíbrio financeiro do sistema.

serafim-atribui-greve-dos-rodo

(Foto: Danilo Mello/Aleam)

O vice-governador do Amazonas, Serafim Corrêa, afirmou nesta terça-feira (21) que a paralisação dos rodoviários em Manaus foi provocada pela falta de repasses financeiros da Prefeitura de Manaus ao sistema de transporte coletivo e descartou qualquer responsabilidade do Governo do Estado pela greve.

Durante coletiva de imprensa, Serafim apresentou documentos para sustentar a posição do Executivo estadual, entre eles uma ação protocolada na Justiça do Trabalho pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram).

Segundo o documento, as empresas alegam ter cerca de R$ 190 milhões a receber da Prefeitura de Manaus, valor que, de acordo com a entidade, compromete o equilíbrio financeiro do sistema.

De acordo com o vice-governador, a própria ação judicial demonstra que a origem da paralisação está relacionada ao déficit financeiro enfrentado pelas empresas de transporte em razão da ausência dos repasses municipais.

“O documento deixa claro que a greve decorre da falta de pagamento dos valores devidos ao sistema, não havendo qualquer responsabilidade do Governo do Estado sobre essa situação”, afirmou Serafim durante a coletiva.

Apesar de negar que o Estado tenha participação na dívida apontada pelo Sinetram, o vice-governador informou que o Governo do Amazonas adotou medidas para contribuir com a retomada do serviço.

Segundo ele, foi autorizada a liberação de R$ 18 milhões referentes ao subsídio do Passe Livre Estadual, com previsão de pagamento em até 24 horas.

A medida, segundo Serafim Corrêa, busca colaborar para a normalização do transporte coletivo e minimizar os prejuízos causados à população, que enfrentou dificuldades de deslocamento em razão da paralisação dos rodoviários.

 

LEIA MAIS: