(Foto: Reprodução/ Redes Sociais)
Manaus (AM) – A campanha do governador e candidato à reeleição Roberto Cidade (União Brasil) voltou ao centro de questionamentos envolvendo a Polícia Federal nesta terça-feira (15). Segundo informações divulgadas em primeira mão pelo Portal CM7 Brasil, agentes federais teriam cumprido mandado de busca e apreensão em uma residência no bairro Japiim, zona Sul da capital. O imóvel funcionaria como comitê de campanha, e Arianny Cidade, sobrinha de Roberto Cidade, seria a coordenadora do comitê.
A operação estaria relacionada à apuração de possíveis irregularidades eleitorais. Até a publicação desta matéria, porém, a Polícia Federal não havia divulgado oficialmente detalhes que permitissem confirmar o motivo da medida, o objeto das buscas ou eventual apreensão de materiais.
O que diz Arianny Cidade?
Por meio de nota nas redes sociais, Arianny Cidade afirmou que as informações de que teria sido alvo de mandado de busca e apreensão da Polícia Federal são falsas.
Investigação da Polícia Federal
A informação surge poucos dias após outra ação da Polícia Federal alcançar uma estrutura diretamente vinculada ao Governo do Amazonas.
No dia 3 de setembro, agentes cumpriram mandado de busca e apreensão na sede da Agência Amazonense de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental (Aadesam).
A medida ocorreu no âmbito de uma investigação da Justiça Eleitoral sobre movimentações de trabalhadores durante o período eleitoral.
Na operação da Aadesam, foram apreendidos equipamentos de informática, um celular e uma mídia de armazenamento para análise. A Justiça Eleitoral também suspendeu a transferência de 19 trabalhadores de Manaus para municípios do interior. A apuração busca esclarecer se houve eventual finalidade eleitoral nessas movimentações.
Arianny, por sua vez, já apareceu formalmente em outro processo eleitoral envolvendo a campanha. Em agosto, ela figurou ao lado de Roberto Cidade e da primeira-dama Thaisa Cidade em uma representação sobre o uso de bonés, camisas e leques personalizados. A Justiça Eleitoral determinou a suspensão da confecção, distribuição, porte e utilização desses materiais durante atos de campanha.
Os episódios são distintos e, até o momento, não há informação pública que permita afirmar que a suposta ação desta terça-feira tenha relação com a investigação da Aadesam ou com a representação sobre materiais de campanha.
Politicamente, porém, a nova informação coloca novamente o entorno de Roberto Cidade sob atenção durante a corrida pelo Governo do Amazonas.
LEIA MAIS:






