Ex-vice-governador Tadeu de Souza (PP)(Foto: Ricardo Machado /Assessoria)
Manaus (AM) – Manter a vigilância e ter uma representação efetiva em Brasília para proteger os mais de 130 mil empregos gerados pelo modelo Zona Franca de Manaus (ZFM) são estratégias defendidas pelo procurador do Estado e ex-vice-governador Tadeu de Souza (PP), após mais um ataque da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) contra a indústria do Amazonas.
Em publicação nas redes sociais nesta quinta-feira (11/06), Tadeu comemorou a decisão judicial que negou a ação da entidade paulista que questionava dispositivos da reforma tributária que concedem créditos presumidos do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) a empresas do Polo Industrial de Manaus (PIM).
Tadeu ressaltou que a decisão confirma o entendimento de que o modelo econômico amazonense possui garantias constitucionais que precisam ser respeitadas. Procurador do Estado de carreira e ex-procurador-geral do Amazonas, ele afirmou que a defesa da ZFM exige conhecimento técnico e atuação permanente.
“É uma grande vitória para a segurança jurídica e para o trabalhador do Amazonas. A decisão confirma o que sempre defendi ao longo da minha trajetória: a Zona Franca possui proteção constitucional plena e é fundamental para garantir emprego e renda para a nossa população”, afirmou.
Apesar de celebrar o resultado, Tadeu alertou que o Estado não pode relaxar diante das constantes tentativas de enfraquecimento do modelo econômico. De acordo com o ex-vice-governador, a defesa dos interesses do Amazonas exige representantes preparados para atuar nos debates nacionais e proteger conquistas históricas.
“Comemorar não significa baixar a guarda. O Amazonas precisa de vozes preparadas, firmes e qualificadas para continuar vigilantes contra qualquer retrocesso e garantir a segurança dos investimentos que sustentam milhares de famílias”, destacou.
Tadeu também enfatizou que a preservação da ZFM é estratégica para o desenvolvimento regional e para a conservação ambiental da Amazônia, ao assegurar uma matriz econômica baseada na indústria e na geração de oportunidades para a população amazonense
PIM em números
De acordo com a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), o PIM iniciou o ano de 2026 com faturamento de R$ 18,28 bilhões em janeiro. A autarquia projeta a instalação de 200 novas fábricas, o que deve gerar um aumento de 30% no número total de indústrias.
(*) Com informações da Assessoria
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