São fatores de risco a história familiar de câncer e doenças inflamatórias do intestino, além da obesidade, ingestão de álcool e o tabagismo.
Nos próximos dias, a Comissão abrirá consulta pública e depois decidirá se as medidas serão incorporadas ao SUS.
Os dados mostram que o avanço da doença e a demora no diagnóstico, reduz de forma acentuada a possibilidade de cura.
Maioria dos diagnósticos acontece em fases muito avançadas da doença.
Segundo o levantamento, o número de novos casos deve ter um crescimento estimado de 21% entre 2030 e 2040.